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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

a armar aos pássaros

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Tortura do atraso

Este video está francamente mau. Irrita, cansa. É insuportável vê-lo e ouvi-lo até ao fim. Mas a bem do bom ambiente da redacção, tenho que aceitar do director do CanaLta 17b estas coisas que de vez em quando me manda.

Vi-o só uma vez, mas já tive que tomar duas aspirinas e um xanax. Ocorreu-me, mesmo assim, que seria giro obrigar os responsáveis pelos atrasos da Alta de Lisboa a ver de seguida este video o número de vezes correspondente aos dias de atraso do projecto. Quem vota a favor?

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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Azinhaga da Musgueira já tem 4 faixas

Ver para crer! A Azinhaga da Musgueira, que durante anos esteve coxa, com o trânsito nos dois sentidos a fazer-se apenas em duas faixas, abriu hoje às 16h na sua plenitude, com as 4 faixas. Um polícia de trânsito esteve nas duas primeiras horas a ajudar os automobilistas cuja memória mecânica prevalecia à leitura da sinalética colocada na noite anterior. Os comentários de rua sugeriam a inclusão de semáforos no cruzamento com a Rua Helena Vaz da Silva, para evitar acidentes. O declive da Azinhaga da Musgueira, na descida para a Estrada da Torre, dificulta a visibilidade. O CanaLta 17b, de volta aos bons velhos tempos, sempre em cima do acontecimento, passou por lá e registou o momento.

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Cheias na Alta de Lisboa 2.0

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sábado, 2 de fevereiro de 2008

Passadeiras que protegem os peões

De uma forma simplista, dir-se-ia que a organização urbana clássica das ruas as divide em estrada para os automóveis que circulam, zona de parqueamento para os carros estacionados, e passeios para os peões. Na intersecção destas zonas, servem as passadeiras para tornar comuns dois espaços dificilmente compatíveis: o dos automóveis e o dos peões. Mas esta relação nem sempre é fácil e clara. Quando um peão atravessa uma rua, invade o espaço propriedade do automóvel? A maior parte das soluções urbanas encontradas assim o demonstra:

(passadeira na Rua Helena Vaz da Silva)

O passeio, antes elevado, ajusta-se, submisso, ao nível da estrada. Nesta solução, aparentemente é o peão que pede o favor aos automóvel para atravessar. A passadeira pintada é apenas o resultado de leis e códigos que procuram regular a salutar convivência entre peões e carros, mas a propriedade do espaço está assumida pelo automóvel.

Porém, a desproporção de meios entre peão e automóvel tornará o primeiro sempre mais vulnerável que o segundo, independentemente das responsabilidades de cada um. Em qualquer embate ou confronto físico, é o peão que perde, é o peão que morre. Daí se ter começado a alterar o conceito hierárquico neste espaço comum. As passadeiras continuavam a ser espaço dos peões, e o invasor era agora considerado o automóvel. Mas ao conceito ético não lhe é suficiente ser lei, precisa de solução física para se tornar eficaz e respeitado, imune a distracções ou falta de civismo. Surgem assim as passadeiras sobreelevadas, que dão continuidade ao passeio na intersecção com a estrada, subalternizando-a, obrigando-a a respeitar o peão.

(passadeira num cruzamento da Rua Helena Vaz da Silva)

Outro exemplo para a mesma solução, a lomba sinusoidal, pode ser visto no blog Menos Um Carro, que se dedica empenhadamente a apontar soluções urbanísticas para tornar mais saudável a relação dos peões com o automóvel, tornando as cidades mais agradáveis e desfrutráveis pelas pessoas nas ruas. Aumentando a vivência e consequente segurança do espaço público.

(imagem retirada do blog Menos Um Carro)

É uma solução muito eficaz para a redução da velocidade dos automóveis nas cidades, importantíssima nas zonas residenciais, e não é prejudicial às suspensões dos automóveis como as lombas estreitas adoptadas na generalidade das cidades portuguesas, nomeadamente em Lisboa.

Termino com uma nota negativa. Há meses que moradores e este blog têm enviado emails para a CML para que fosse pintada esta passadeira da Rua Helena Vaz da Silva. Até hoje nenhuma resposta. Uma rua onde, segundo relatos vários de moradores, passam carros a velocidades estonteantes, incompatíveis com a frequência elevada de peões, aumentando seriamente o risco de um acidente mortal. Era uma excelente ideia implementar-se já uma solução de passadeira sobreelevada em vez de apenas pintar a zebra no chão.

(Passadeira por pintar na Rua Helena Vaz da Silva - 22/i/2008)

Neste vídeo poderão ver o funcionamento deste tipo de lombas, em mais uma produção do CanaLta 17b.

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sábado, 26 de janeiro de 2008

Funil da Ameixoeira - uma experiência zen

O Eixo Norte-Sul, símbolo de progresso e de um país próspero, tem um irmão siamês. Na saída da Ameixoeira, a autoestrada de 6 vias desemboca numa poética e lânguida vereda campestre, propensa a estados de catarse e elevação de espírito.

Filmagens de Luís Lucena, produção CanaLta 17b - a televisão fora dos carris.


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O Viver falou na Antena 1 sobre o Parque Oeste

A entrevista já tem uns dias, e foi feita no decurso da visita feita ao Parque Oeste pela Vereação dos Espaços Verdes, que teve também a amabilidade de convidar este blog, para verificar os trabalhos entretanto feitos nos lagos.

Um repórter da Antena 1, João Carlos do Rosário, do programa "Portugal em Directo", estava de passagem, e aproveitou para entrevistar Pedro Soares, coordenador do gabinete de José Sá Fernandes, e também um dos representantes do Viver na Alta de Lisboa, no caso este que aqui vos escreve.

O registo audio só chegou hoje por termos tido um problema na parabólica do estúdio de audiovisuais da nossa sede. Mas depois do Sr. Joaquim ter trocado uns parafusos à antena, deu para receber o mail com o mp3 e aqui ficam então os registos para os nossos fiéis leitores poderem também ouvir. Uma primeira com a entrevista exclusiva do escriba do blog, transmitida no Canalta 17b, e depois, a peça que foi para o ar, do João Carlos do Rosário.



E aqui a reportagem sobre o Parque Oeste do Portugal em Directo, da Antena 1, de 11 de Janeiro de 2008:



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sábado, 19 de janeiro de 2008

Da Alta ao Bairro em bicicleta

Fui de casa até ao emprego de bicicleta. Ao contrário do que diz o Marcelo Rebelo de Sousa, em grande parte de Lisboa faz imenso sentido falar de ciclovias. O declive entre o Lumiar e o topo do Bairro Alto é mínimo e perfeitamente ciclável por qualquer pessoa com uma forma física média. O ligeiro cansaço que senti foi evidentemente resultante da falta de prática e não da dificuldade do percurso.

O percurso teve quatro fases distintas. Na Alta de Lisboa anda-se sem problemas, apesar de não haver troços exclusivos para bicicletas, porque as vias são largas. A partir da Alameda das Linhas de Torres começam os problemas. Muito trânsito. Utilizei as faixas BUS para me proteger do grande tráfego, mas as estradas em mau estado dificultam o andamento e criam perigos adicionais.

Desde o Campo Grande até Entre Campos existe uma ciclovia. Está também bastante degradada e acaba por ser redundante face à possibilidade de se fazer o caminho pelo jardim.

Chegando a Entre Campos termina abruptamente a ciclovia, precisamente a partir do ponto esta mais falta faz. Fiz o restante percurso pela Avenida da República, Saldanha, Fontes Pereira de Melo e Marquês de Pombal, antes de entrar pela Braancamp para seguir para o Bairro Alto através Rua da Escola Politécnica. Sempre que possível usei faixas BUS.

Ao longo de todo o percurso senti grande civismo de parte de taxistas e condutores de autocarros. Ultrapassavam-me com uma distância de segurança muito razoável, cediam-me passagem, não se impacientavam pela diferença de velocidades. Só uma excepção no regresso, já à noite, com um 49 que buzinou irritado por eu o ter ultrapassado e depois se tentou vingar atirando-me para a berma.

Por várias razões vou repetir a experiência. Desporto é saudável, apesar dos kilos de monóxido de carbono inspirado (a ASAE devia actuar...), poupa-se dinheiro em gasolina, e apetece-me poder dizer que Lisboa precisa de ciclovias sem ter apenas a experiência de estar confortavelmente sentado num sofá.

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Mas alguém ouve?

Nas cidades que cresceram descontroladamente, mantendo no centro grande parte dos empregos e na periferia gigantescos bairros-dormitório, existem quase sempre problemas graves de mobilidade. Dois fluxos principais de trânsito, um a entrar de manhã e outro a sair ao anoitecer, que roubam à população tempo, dinheiro, saúde e disponibilidade para tanta coisa.

O que se pode fazer? Apostar no zonamento heterógeneo do território, aproximando habitação, serviços e empregos, de forma a médio/longo prazo seja possível a população residente trabalhar no próprio bairro, permitindo deslocações curtas e rápidas. E é também necessário dotar os transportes colectivos de mobilidade eficaz, criando carreiras em número suficiente, corredores BUS exclusivos, compensando nos tempos de percurso e custos de deslocação a perda de conforto dos utentes em relação ao automóvel particular.

Jaime Lerner é uma das muitas pessoas que fala destes assuntos, com a imensa propriedade de ter conseguido em Curitiba, cidade onde foi Prefeito, implementar soluções eficazes na rede de transportes colectivos. Mas alguém com poder de decisão o ouve? O CanaLta 17b faz hoje a sua última emissão de 2007, homenageando-o.



Quem quiser ouvir Jaime Lerner sem stress, clique aqui.

Quem quiser ouvir a maravilhosa ária de baixo Ich Habe Genug, da Cantata com o mesmo nome, nº de catálogo BWV 82, clique aí no leitor em baixo. O compositor é J.S. Bach, claro.

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domingo, 14 de outubro de 2007

Grande corrida de carrinhos de rolamentos 2007

Realizou-se ontem a Grande Corrida de Carrinhos de Rolamentos 2007, organizada pelo KCidade e que contou com participações de várias entidades da zona. O ambiente era de festa, apesar de haver alguma competição à mistura. Miúdos de muitos bairros, muitos que se conheciam, outros que ainda não, passaram o dia juntos, a afinar os bólides, comparando inovações tecnológicas, a gabar os tunnings, a invejar a qualidade dos rolamentos dos adversários, e a sorrir de felicidade ao cruzar a meta, fosse qual fosse o resultado.

O CanaLta 17b, que adora estas coisas, esteve lá.

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terça-feira, 9 de outubro de 2007

O Viver feito pelos seus leitores

O Viver feito pelos seus leitores é uma nova rubrica deste blog, hoje inaugurada apesar de não ser a primeira vez que publicamos aqui fotografias ou textos recebidos por email.

O leitor FX enviou uma série de fotografias e uma lista do ponto de situação de várias zonas da Alta de Lisboa. As fotografias, por serem tantas e de interesse relevante, resolvemos entregar ao director do CanaLta 17 que adorou a ideia de as passar em video com música dos Radiohead (era o que ele estava a ouvir quando recebeu o email e não convém contrariar gajos impulsivos). O resumo das situações, por acharmos uma boa síntese, publicamos também na íntegra a seguir ao video. Muito obrigado ao leitor FX pelo valioso contributo.

Esta é uma vertente que gostaríamos muito de ver desenvolvida no Viver. Este espaço é para si, caro leitor, vizinho, cidadão da Alta de Lisboa ou outra parte do planeta. Se quiser expôr uma situação, colaborar com o blog, juntar-se a nós neste trabalho de cidadania, envie-nos um mail com fotografias ou videos e texto a acompanhar. Será um prazer para toda a redacção dar eco do seu empenho cívico.


O Viver feito pelos seus leitores #1




No que se refere ao Parque Oeste, registe-se o facto das palmeiras estarem "clinicamente mortas" (mesmo antes de nascerem)... o vandalismo dos grafittis, os charcos de água estagnada, a relva por aparar, o caminho que atravessa o parque num estado lastimoso, com um bloco de betão no meio; a vegetação seca em outros locais e umas fotos curiosas de um batizado no jardim ...

Nas Conchas o lago sem água, os buracos na relva (será q temos toupeiras na Alta ???) a fonte vazia, etc.

Na zona envolvente:

1. inexistência de uma passadeira junto à descida que dá acesso ao parque das Conchas e ao condomínio com o mesmo nome;

2. Placas de metal que retiram visibilidade junto ao cruzamento, tornado mais perigoso o trânsito nesse local;

3. Inexistência de passadeiras na Av. Helena Vaz da Silva ( para além de uma em cada extremidade), mesmo com os desníveis dos passeios em pelo menos 2 locais destinados a esse efeito (em frente à paragem da carris e + outro);

4. Bloco de cimento junto ao cruzamento da Av. Helena Vaz da Silva com a Estrada da Torre e q retira grande parte da visibilidade, sem q se perceba a utilidade da sua colocação;

5. Telas inestéticas colocadas junto ao campo da malha no Condominio da Torre (alguém já viu alguém a usufruir daquele espaço para essa finalidade ???, não seria mais útil tornar aquele espaço um local de vários desposrtos tipo futebol, basquete, etc ?? )

Cumprimentos e continuação de bom trabalho no Viver

FX

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terça-feira, 25 de setembro de 2007

Parque Oeste - um ano de utilização



A conversa que o Viver teve com as funcionárias da Divisão de Matas da CML ajudou a esclarecer alguns pontos relativamente ao Parque Oeste:

1. A CML abandonou o modelo de vigilância herdado da obra, com pessoal oriundo do bairro, por um mais moderno e sujeito a concurso público. A empresa Prosegur passou desde Julho a fazer vigilância ao Parque Oeste, com duas rondas diárias e entrega semanal de um relatório escrito com todas as ocorrências e danos patrimoniais registados.

2. Segundo as funcionárias, nenhum dos relatórios até agora entregues referiu os inúmeros actos de vandalismo e roubos registados entretanto.

3. As funcionárias dizem-se conscientes das diferenças de eficácia entre o antigo e o novo modelo de vigilância, assegurando ter já relatado a situação aos seus superiores hierárquicos.

4. Garante também a mesma fonte que existem vários erros de projecto no Parque Oeste, sendo um dos mais graves a deficiente drenagem dos solos. O projecto da arq.ª Isabel Aguirre Urcola aproveita a configuração em vale do terreno para recolher as águas das chuvas nas bacias distribuídas em vários planos. No entanto, por má drenagem de algumas zonas, a terra fica ensopada afogando as árvores.

5. A arq.ª aceitou que algumas espécies de árvores fossem trocadas por outras mais resistentes. Não foi o caso das palmeiras plantadas no topo do parque, que já foram substituídas duas vezes. A arq.ª responsabiliza os técnicos florestais pela morte das palmeiras alegando terem sido mal plantadas.

6. Reconhecem também as técnicas municipais que o Parque Oeste peca pela ausência de mais equipamentos e mobiliário para os utentes, escudando-se porém no projecto da arq.ª. Relembram que nem as papeleiras faziam parte do projecto e que só foram colocadas pela CML depois da obra ter sido entregue. Lamentam pouco poder fazer para contrariar a situação e propõem que os moradores enderecem cartas à CML para pressionar as alterações.



Há aqui coisas que não fazem qualquer sentido. Uma autarquia falida não pode ficar refém dos caprichos de uma arquitecta. Quando se projecta um parque urbano ou um edifício de habitação deve pensar-se não só nos custos de execução da obra mas também nos de manutenção. E se o Parque Oeste está a sair caro à CML há que fazer o diagnóstico da situação e encontrar soluções.

Um parque sem variedade de oferta para os utentes arrisca-se a ser pouco frequentado, ficando à mercê do vandalismo. Fazem falta bancos confortáveis, um café com esplanada, um parque infantil, um anfiteatro para realizar eventos culturais e uma pista de skate, por exemplo, para que mais gente ocupe, usufrua e viva este espaço verde.

Mesmo assim, isto não seria ou será suficiente para acabar com o vandalismo. Poderá atenuar, dissuadir, na melhor das hipóteses. É preciso intensificar todo o trabalho que algumas instituições fazem já com a população jovem do bairro que nalgumas horas desocupadas não encontra nada mais interessante do que plantar destruição. É necessário dar-lhes oportunidades de ocupação, mostrar-lhes outras formas de afirmação e intervenção cívica. Pouco interessa fazer juízos de valor; de nada serve às árvores que ainda não foram atacadas. É mesmo mais útil que se ponha os olhos no que a Mediateca do Centro Social da Musgueira faz, por exemplo, para se perceber que existem formas de canalizar para actividades muito criativas e produtivas a energia dos adolescentes. E um projecto como a Alta de Lisboa, que assume desde o início a integração de famílias problemáticas numa malha urbana renovada, devia encarar de frente o problema em vez de sonhar que basta construir prédios para a integração ser bem sucedida.

Leva décadas este trabalho. Por isso, enquanto isso, seria também sensato voltar ao modelo de vigilância anterior, aproveitando os bons vigilantes que foram empregues e são citados no vídeo e retratados em diversos posts sobre o Parque Oeste neste blog, de preferência pagando-lhe a CML directamente, sem intermediários. Adequava-se melhor ao plano de contenção orçamental necessário para a CML e poupavam o ridículo de serem enganados com relatórios feitos com copy paste.

Por fim, se os relatórios das funcionárias municipais de nada servem e se é necessário o protesto dos moradores, façamo-lhes a vontade. Envie-se emails em barda para o Vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes.

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domingo, 12 de agosto de 2007

Gig Street no CanaLta 17b!



O CanaLta 17b congratula-se por ter firmado um acordo verbal com Leonard Blair, vocalista, saxofonista e elemento principal da jazz band Gig Street, para difusão das suas actuações.

Gig Street é uma banda trio composta por Leonard Blair, um músico de New Orleans, Claude Gonnet, francês e guitarrista, e Gianni Mozzillo, italiano e contrabaixista. Têm dois discos gravados e costumam tocar em mercados e feiras provençais. Fizeram já digressões em Espanha e Suiça. Leonard Blair mostrou-se muito satisfeito com o interesse revelado pelo nosso canal e enviou cumprimentos aos telespectadores.

A música que hoje apresentamos é Nature Boy, de Edan Ahrez. Tem na sua melodia uma sequência de seis notas, audíveis entre os segundos 24 e 27, que muito fazem lembrar uma obra de outro compositor completamente distinto. O CanaLta 17b lança assim um desafio aos seus telespectadores, e já agora também aos leitores do Viver, para que identifiquem essa relação. Avançamos com uma dica: o excerto pertence a uma banda sonora de um filme de qualidade. O prémio para o primeiro telespectador/leitor a acertar na resposta, e a publicar nos comentários, é uma assinatura anual gratuita das emissões do CanaLta 17b e a Honras de Estado na apresentação da resposta.

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sábado, 28 de julho de 2007

Mercado de Nyons

Ter sido cravado para carregar um orgão de tubos para a Igreja de Nyons às 8h da manhã fez-se sentir no direito de me baldar a um ensaio previsível, chato e muito doloroso para as cordas vocais. Há pecados que vêm por bem. O Mercado de Nyons é uma festa de cores, sons e cheiros que me recarregou as baterias gastas com duas semanas de ensaios intensos.

Deixo aqui um video que mostra um pouco do ambiente. Está muito longo porque padeço ainda do mal de achar que é tudo muito interessante para exibir, mas quem resistir até ao fim poderá ouvir um dos melhores grupos de rua que já ouvi tocar: Gig Street. Ao vivo são muito melhores que em CD. Adorava vê-los nas Conchas, um dias destes!

Há uns anos, quando as televisões privadas chegaram a Portugal e a qualidade das emissões começou a ser questionada, falava-se muito na pescadinha-de-rabo-na-boca que era as televisões passarem o que o público gostava e o público aprender a gostar do que as televisões passavam. Este mercado de Nyons têm uma gigantesca variedade de artigos porque existe procura, ou esta nasce precisamente da oferta disponível? Lembro-me de já ter argumentado qualquer coisa parecida com um gestor dos frescos num hipermercado por não terem à venda mais ervas do que salsa ou coentros. Ele dizia que não havia procura que justificasse. Felizmente agora já vai aparecendo maior oferta.

Não sei se isto tem alguma coisa a ver com a Alta, mas estamos quase de férias e não vale a pena chatearmo-nos muito com isso. Quem vai à Feira das Galinheiras pode encontrar relações.


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terça-feira, 10 de julho de 2007

Boxe no Bairro - novo trailer



Mais um trailer do Boxe no Bairro, uma reportagem feita nos treinos de boxe do Grupo Desportivo do Bairro da Cruz Vermelha a sair depois do Verão. Um grupo de boa gente, muitos moradores do bairro, muitos outros de bairos adjacentes. Um grupo muito bem disposto, muito amigo do seu amigo, um exemplo de companheirismo. Uma faceta interessante da Alta de Lisboa.

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sexta-feira, 6 de julho de 2007

Mais um rival do CanaLta 17b!

Foi descoberto mais um video sobre a Alta de Lisboa, desta vez alusivo à famosa e sebastianica Malha 5, um enorme complexo comercial, habitacional e de escritórios da autoria do Arq. Tomás Taveira. Seguramente mais uma encomenda da SGAL, colocada online talvez antes de tempo, mas o Viver, consciente da avidez dos seus leitores por infomaçãozinha actual e pertinente, antecipa-se ao site oficial na divulgação de mais estas imagens.

Desta vez a música já é outra, deixando o espectador dividido entre uma incontrolável vontade de invadir a Polónia (a piada não é minha) ou fazer surf nas ondas nas praias do Vietnam. Quanto ao projecto, à arquitectura, pronunciem-se os leitores. Damos voz à vossa opinião.


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sábado, 30 de junho de 2007

Boxe no Bairro

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terça-feira, 26 de junho de 2007

O CanaLta 17b já tem concorrência!

Ó gentes, apressem-se a ver isto! Foi descoberto no YouTube um videozinho sobre o Parque Oeste, bem simpático, com musiquinha de fundo muito zen e tal, que mostra todas as valências do maior espaço verde construído de raiz na cidade de Lisboa nas últimas décadas. É aproveitar ver, enquanto está online. O leitor que nos enviou o link já tratou de o gravar para o caso de deixar de estar visível ao público.




Provavelmente é uma encomenda da SGAL, que se prepara para o lançamento do novo site, e é também uma boa resposta aos nossos videos, nomeadamente este:


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segunda-feira, 25 de junho de 2007

Saúdinha da boa na Alta de Lisboa!


O CanaLta 17b também lá foi. Ao fim de um ano de instalações novinhas em folha à espera, abriu hoje ao público a extensão do Centro de Saúde do Alto do Lumiar.

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domingo, 24 de junho de 2007

CanAlta 17b: em cima do acontecimento

Face ao progressivo aumento dos acontecimentos dignos de notícia que vão ocorrendo na Alta de Lisboa e, mais lata mas não menos relevantemente, na freguesia do Lumiar, a administração do seu Canal mais representativo (a propósito: já aderiu à nossa promoção?) decidiu abrir os cordões ao orçamento e contratar mais um reporter.
E o reporter está motivado, inspirado, comprometido, com espírito de missão e proactivo suficiente para vestir a camisola da estação (uma t-shirt grifada por um grande nome do estilismo nacional; a propósito: já aderiu à nossa promoção?) e defender com garbo e profissionalismo os nobres valores que norteiam a sua existência e razão de ser.
Só que o reporter carece de formação adequada para enfrentar com distinção os desafios que as novas tecnologias de ponta exigem a um i-jornalista.
Portanto... tenham paciência e aguentem com semelhante espírito de missão a má qualidade das primeiras experiências. A freguesia não pára e é necessário dela dar conhecimento ao resto do Universo (principalmente aos magníficos **ze que se candidatam à presidência da Câmara... e a propósito de candidatura: já aderiu à nossa promoção?).


Como todos os anos faz desde que existe, a Marcha do Lumiar brindou os moradores da freguesia que resistem em casa à lenta invasão do Verão com uma amostra ao vivo do que foi a sua participação no manifestódromo da Avenida da Liberdade na noite do passado dia 12. Em relação às participações anteriores já se começa a ver algum progresso: a melodia fica no ouvido e os figurinos são um bocadinho mais consistentes.
Divertimento e bairrismo. Até parece o lema do CanAlta (a propósito: já aderiu à nossa promoção?)


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