terça-feira, 9 de outubro de 2007

O Viver feito pelos seus leitores

O Viver feito pelos seus leitores é uma nova rubrica deste blog, hoje inaugurada apesar de não ser a primeira vez que publicamos aqui fotografias ou textos recebidos por email.

O leitor FX enviou uma série de fotografias e uma lista do ponto de situação de várias zonas da Alta de Lisboa. As fotografias, por serem tantas e de interesse relevante, resolvemos entregar ao director do CanaLta 17 que adorou a ideia de as passar em video com música dos Radiohead (era o que ele estava a ouvir quando recebeu o email e não convém contrariar gajos impulsivos). O resumo das situações, por acharmos uma boa síntese, publicamos também na íntegra a seguir ao video. Muito obrigado ao leitor FX pelo valioso contributo.

Esta é uma vertente que gostaríamos muito de ver desenvolvida no Viver. Este espaço é para si, caro leitor, vizinho, cidadão da Alta de Lisboa ou outra parte do planeta. Se quiser expôr uma situação, colaborar com o blog, juntar-se a nós neste trabalho de cidadania, envie-nos um mail com fotografias ou videos e texto a acompanhar. Será um prazer para toda a redacção dar eco do seu empenho cívico.


O Viver feito pelos seus leitores #1




No que se refere ao Parque Oeste, registe-se o facto das palmeiras estarem "clinicamente mortas" (mesmo antes de nascerem)... o vandalismo dos grafittis, os charcos de água estagnada, a relva por aparar, o caminho que atravessa o parque num estado lastimoso, com um bloco de betão no meio; a vegetação seca em outros locais e umas fotos curiosas de um batizado no jardim ...

Nas Conchas o lago sem água, os buracos na relva (será q temos toupeiras na Alta ???) a fonte vazia, etc.

Na zona envolvente:

1. inexistência de uma passadeira junto à descida que dá acesso ao parque das Conchas e ao condomínio com o mesmo nome;

2. Placas de metal que retiram visibilidade junto ao cruzamento, tornado mais perigoso o trânsito nesse local;

3. Inexistência de passadeiras na Av. Helena Vaz da Silva ( para além de uma em cada extremidade), mesmo com os desníveis dos passeios em pelo menos 2 locais destinados a esse efeito (em frente à paragem da carris e + outro);

4. Bloco de cimento junto ao cruzamento da Av. Helena Vaz da Silva com a Estrada da Torre e q retira grande parte da visibilidade, sem q se perceba a utilidade da sua colocação;

5. Telas inestéticas colocadas junto ao campo da malha no Condominio da Torre (alguém já viu alguém a usufruir daquele espaço para essa finalidade ???, não seria mais útil tornar aquele espaço um local de vários desposrtos tipo futebol, basquete, etc ?? )

Cumprimentos e continuação de bom trabalho no Viver

FX

6 comentários:

Joana disse...

Tiago, poderias enviar-me o video por e-mail que não tenho acesso ao YouTube?

Sem ver não posso comentar e, além do mais, adoro os Radiohead.

Mas pelo texto, em relação aos pontos focados acho que:

2. este cruzamento é uma confusão! Acho que só uma mini-rotunda é que resolveria isto. Ou, então, confiar no bom senso. Já houve ali algum acidente?

4. Até já fiz um filme sobre este cruzamento. O bloco de cimento, realmente, não faz ali nada e tira imensa visibilidade (principalemnte a quem fica baixo atrás do volante). Tb não percebo pq continua cortada uma das vias. Aliás encontra-se aberta no seu extremo. Mesmo que não considerem que seja bom para o transito abrir a via fechada poderia reservar-se a transportes públicos, apenas, por exemplo. Já seria uma ajuda para o 108 qd desce para o Lumiar.

5. Ainda não reparei nas telas e não sei se estão no filme. Mas, apesar de tb já ter feito um post sobre o Campo da Malha, posteriormente, já o vi a ser usado com essa finalidade, sim.

Tiago disse...

Joaninha, é mais rápido irmos tomar um café e mostrar-te o video no portátil. Isso para mandar por email ainda custa, mas eu mando, sim.

Não sei se no cruzamento da Helena Vaz da Silva com a Estrada da Torre faz muito sentido pôr uma rotunda, já no outro, junto às conchas, parece-me inevitável. Há ali muita confusão e muita malta a fazer o cruzamente armado em kamikaze. Com o tapume que foi colocado na malha 5 a situação piorou ainda mais. Não sei porquê, preferiram colocar na esquina chapa em vez de rede, e a visibilidade agora é nula. O estudo da TIS que a UPAL tem em sua posse propõe para este ponto uma rotunda. Não sei porque não foi ainda feita. Provavelmente estarão a decidir se roubam terreno à quinta das conchas ou à malha 5. Está-se mesmo a ver qual será a decisão final.

Joana disse...

A sugestão de rotunda era só para esse, junto às conchas.

No da Estrada da Torre (aliás azinhaga da Musgueira) com a Helena Vaz da Silva sugeria so q se tirasse o bloco de cimento e abrissem as duas vias ao transito. Ou tornar uma via dedicada a carris.

Pedro Veiga disse...

Aliás, em tempos, um dos responsáveis da SGAL falou na necessidade de fazer uma rotunda na confluência das ruas junto à malha 5 e ao parque das conchas. Eu ouvi em baixinho que a ideia era roubar espaço ao parque...
De facto a colocação dos ditos tapumes torna o cruzamento muito mais perigoso.

Tiago disse...

Desculpa, Joana. Ando a aprender a ler na diagonal mas sou mau aluno...

Anónimo disse...

Mas se há espaço suficiente no centro do dito entrocamento! Roubar espaço à quinta?! basta por três bidons ao centro e está a rotunda feita. E tirem-me aqueles tapumes!!!