segunda-feira, 23 de abril de 2007

Cruzamento Estrada da Torre X Rua Helena Vaz da Silva

Esta fotografia foi tirada há cerca de 4 semanas.


Na semana passada houve outro acidente no mesmo local. Hoje de manhã, mais um! Que eu saiba, pelo menos desde que aqui moro, já conto 6 acidentes naquele cruzamento o que o torna, claramente, um dos "pontos negros" da Alta de Lisboa.

Quem por ali passa sabe que a visibilidade, principalmente de quem circula na Rua Helena Vaz da Silva, é nula: i) o declive acentuado na Estrada da Torre impede de ver os carros que se aproximam até estes estarem demasiado perto; ii) o corte ao trânsito de uma das vias da Estrada da Torre (que não percebo porque se mantém neste momento) torna o cruzamento confuso; e iii) o paralelipipedo de cimento que se encontra em frente ao separador das duas vias da Estrada da Torre impede ainda mais a visibilidade.



Felizmente, penso que nenhum dos acidentes teve consequências graves. Mas o seu número é já suficiente para que a resolução deste problema se torne urgente. Penso que lombas não são uma solução, já que a velocidade, ali, não parece ser um problema (ao contrário de em vários outros sítios). Talvez uma rotunda? Semáforos? Alguém que perceba do assunto tem alguma sugestão?

11 comentários:

Pedro Santos disse...

No site da CML:

Competências da Câmara Municipal:
...
4. Outras competências
...
d. Deliberar sobre tudo o que interesse à segurança e comodidade do trânsito nas ruas e demais lugares públicos e não se insira na competência de outros órgãos ou entidades;

Acabei de mandar uma mensagem para o email do Munícipe na tentativa de perceber se a resolução do problema exposto pela Joana se insere nas competências da CML.

João Tito disse...

Uma correção, a Estrada da Torre segue pela direita para o bairro da Cruz vermelha, aquele troço era a Azinhaga da Musgueira, agora chama-se Avenida Carlos Paredes.
Apesar de ser responsabilidade de C.M.L., na última sessão pública da Junta de Freguesia do Lumiar tive oportunidade de alertar para essa situação, a junta sempre pode ajudar fazendo alguma pressão. A responsável pela mobilidade da Cãmara, a vereadora Marina Ferreira também já está ao corrente da situação, claro que é sempre bom que haja pressão de todos os lados para que o problema se resolve rapidamente.

Anónimo disse...

com a pressa com que a SGAL se encontra a fazer pequenos melhoramentos (leia-se ajardinamento e afins) devido ao lançamento na próxima semana de mais um empreendimento (o tal do tudo ou nada)quem sabe estão disposto a encontrar uma solução ou pressionar o departamento da CML para a resolução do problema ....

Anónimo disse...

mas que empreendimento vai ser lançado para a semana?

Pedro Sky disse...

Estanto uma das faixas ainda encerrada, ou seja, estando a "coisa" ainda em andamento, o melhor seria colocar bandas sonoras na Estrada da Torre e sobretudo tirar aquele bloco de cimento que tapa a visibilidade de qem quer cruzar essa mesma Estrada da Torre.
Quando abrir a faixa ainda fechada, só vejo uma solução: semáforos.
Pior mesmo é o "cruzamento" anterior junto à esquina do Parque das Conchas onde convergem 5 vias e muitos condutores que não sabem interpretar o Código da Estrada. Aqui, só vejo como solução uma rotunda.

Anónimo disse...

O PROBLEMA SÓ VAI SER RESOLVIDO QUANDO MORRER ALGUEM.

MAL DE UNS PARA BEM DE OUTROS!
INFELIZMENTE - SÓ ESPERO QUE NÃO SEJA EU A VITIMA.

A CML TEM CONHECIMENTO, A JUNTA TEM CONHECIMENTO, A SGAL TEM CONHECIMENTO SÓ FALTA O PÁPA, MAS JÁ AGORA É DE ENVIAR PODE SER QUE ELE POSSA DAR UMA MÃOZINHA!

Joana disse...

Realmente o cruzamento junto ao P. das Conchas tb é uma confusão e concordo com a rotunda... Mas felizmente ainda não houve nenhum acidente aí! (q eu saiba).

Pedro disse...

Apanhei vários sustos nesse cruzamento e, sempre que posso, vou por caminhos alternativos.Também não percebo porque é que a Estrada da Torre tem o lado do futuro lado ascendente fechado ao trãnsito (só está aberto aos moradores)- não estou a ver nenhum facto que impeça a sua abertura. Mas isso deve ser de mim que sou distraído e às vezes falo de assuntos de que não percebo nada. Talvez alguém da SGAL ou de algum dos vários departamentos da CML possa esclarecer?
E já agora: alguém consegue informar a data de saída do estaleiro do A.J.NEves de modo a se acabar aquele primeiro cruzamento da Estrada da Torre?
(E não acho que o empreiteiro tenha alguma responsabilidade no assunto - ele está ali há muitos anos; a Alta é que se meteu à volta dele...)

Anónimo disse...

Boa Noite,

Parece-me que o sentido ascendente está fechado, para não tornar o cruzamento ainda mais perigoso. Se estivesse aberto, provavelmente haveria muitas pessoas a ficarem "atravessdas" enquanto aguardam a possibilidade entrar.

Relativamente ao cruzamento junto ao P. das Conchas, julgo que agora é que ficou verdadeiramente perigoso... "Alguem" teve a bela ideia de colocar uma vedação e uns paineis em torno da Malha 5.
De facto colocaram paineis que retiram toda a visibilidade para quem vem da "rotunda grande" (qual o nome desta avenida?) em relação a quem vem da direcção do Pingo Doce. Isto agrava o facto de as prioridades estarem sempre baralhadas aqui...

O que me parece é que ninguem com responsabilidade no planeamento do transito pensa em nada disto...de facto o tunel do Marques deve ocupar a atenção toda que já não é muita...

Anónimo disse...

A malha 5 terá sido vedada para evitar abusivas descargas de entulho que ali se verificavam e que condenariam o espaço em pouco tempo a transformar-se numa lixeira.
Boa opção portanto.
De qualquer forma teria de ser sempre vedada quando se iniciarem os trabalhos de construção naquele local.
Quanto à falta de visibilidade na aproximação ao cruzamento junto ao Parque das Conchas e do Páteo S. João de Brito, parece-me ser uma questão de fácil resolução se os condutores observarem as regras de trânsito, isto é circularem a velocidade não superior a 50 Km/H, o que geralmente não acontece verificando-se naquele local velocidades altas e aproximações ao cruzamento verdadeiramente "Kamikazes".
Observei na Verdizela - Concelho do Seixal- lombas de enorme dimensão que se o carro as transpuser a 70 Km/H é capaz de já não sair dali.
Se calhar também seria uma solução para os street-racers que já apareceram por aqui e beneficiam da madrugada, das boas rectas e da falta de vigilância policial para sujeitarem todos ao infernal incómodo das suas máquinas.
Quem os não ouviu ainda?

Anónimo disse...

Pois...
Mas enquanto não tivermos a certeza que todos circulam a 50 km/h...ou menos, visto que é um cruzamento..era bem melhor não retirarem a visibilidade.
Não lhe parece ?
De facto se todos circulassemos de bicicleta a questão tb não se colocava.

Quanto á necessidade de vedarem o espaço, parece-me bem.

Miguel