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Cantina X2
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Café S. Simão
Publicado por
Tiago
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14:46
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etiquetas: calvanas
Como referiu o Pedro no post anterior, a avenida Santos e Castro é urgente para a resolução dos problemas de tráfego excessivo que afectam já a população residente no Alto do Lumiar.
Prevista a conclusão para Dezembro de 2004, os atrasos têm sido sucessivos e só agora foi posta a primeira camada de alcatrão em metade do troço que vai das Calvanas ao terminal da Carris na Musgueira.
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Tiago
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14:45
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etiquetas: santos e castro
Após cerca de 1 mês a habitar este novo bairro de Lisboa foi fácil aperceber-me das dificuldades diárias que os cidadãos que aqui residem têm que enfrentar: trânsito difícil nas horas de ponta (mesmo caótico em dias de chuva), falta de passeios, ruas enlameadas, paragens de transporte público sem abrigo, falta de iluminação pública, etc.
Desde a altura do seu lançamento (em 1998) houve tempo para a construção de muitos edifícios novos, quer para o realojamento, quer para a venda livre e, em consequência disto, estima-se que na Alta de Lisboa habitem actualmente cerca de 20.000 pessoas.
O plano de urbanização desta zona de Lisboa é muito ambicioso porque prevê a construção de inúmeras infra-estruturas que fazem falta a qualquer cidade do mundo. Uma das grandes mais valias deste plano é, seguramente, a criação de importantes áreas de parques e jardins, aspecto que tem sido descurado na Grande Lisboa ao longo das últimas décadas. A grande qualidade do plano urbanístico desta zona de Lisboa tem sido o grande atractivo para a fixação de habitantes. Ora, dado que este plano é muito ambicioso, é compreensível que nem tudo corra bem, porque determinados projectos são muito complexos e acabam por demorar muito mais tempo a ser executados do que o inicialmente previsto. Enquadra-se nesta situação a porta sul que irá ligar as Calvanas ao Campo Grande, o eixo viário norte sul com o complexo viaduto do Lumiar, os vários nós de ligação com a malha antiga do Lumiar e da Ameixoeira, a avenida Santos e Castro, o passeio central, só para nomear as acessibilidades mais importantes.
Na minha óptica, como cidadão, compreendo e existência de dificuldades que estão de certeza a atrasar muito estes projectos. O que não de compreende é que o crescimento da Alta de Lisboa esteja a ser comandado pelo ritmo da construção de novos edifícios para habitação e não pelo ritmo de edificação de infra-estruturas básicas necessárias às pessoas que já habitam a zona. Assim, a meu ver, graças às dificuldades em coordenar tantas frentes de obra, está criada uma Alta de Lisboa de “1.ª categoria” separada fisicamente de uma outra Alta de Lisboa de “2.ª categoria”. Para quem habita os empreendimentos situados a sul do Parque Oeste (ou do Vale Grande) tem forma de sair e entrar do bairro escapando ao caos do trânsito que reina nas horas de ponta na via que substituí a avenida Santos e Castro, na Alameda das Linhas de Torres ou na Avenida Padre Cruz. Para quem habita a zona norte vê-se nas horas de ponta da manhã completamente preso no trânsito, quer tente sair para a Ameixoeira, quer para o lado do Aeroporto e não tem alternativa nenhuma, mesmo indo a pé! A existência de uma estação de metro (da Ameixoeira) a cerca de 500 m da rotunda Cardeal Patriarca D. António Ribeiro (local baptizado pela SGAL como “nova centralidade”) não resolve o problema da mobilidade dos cidadãos da zona norte. De facto, os acessos a esta estação, fazem-se através da estreita azinhaga de S. Bartolomeu que não tem condições para o escoamento do pesado trânsito rodoviário que por lá passa, e muito menos para os peões que correm o risco de ser atropelados por um camião TIR!
Tudo isto se está a certamente a reflectir nas vendas dos apartamentos promovidos pela SGAL. Portugal está a atravessar uma grave crise no imobiliário por haver demasiada oferta e pouca procura de casas. Só a conclusão das grandes infra-estruturas da Alta de Lisboa poderá salvar esta zona de Lisboa da desertificação e do abandono ao torná-la num zona de excelência e não numa zona igual a tantas outras da Grande Lisboa.
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Pedro Veiga
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14:42
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Aceitei o desafio do Tiago para colaborar neste blog
porque acredito no sentido da palavra Comunidade,
porque acredito que é sempre melhor agir que dizer mal,
porque acredito que também temos uma palavra a dizer na construção do nosso bairro.
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João Tito Basto
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17:58
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Tiago
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19:44
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etiquetas: parque oeste
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Ana Louro
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03:34
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Tiago
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Tiago
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19:22
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Tiago
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Tiago
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19:33
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P.S. Para que não digam que estou a brincar com a situação ou a "infantilizar" a discussão, acrescento que já dispendi cerca de uma hora à procura na net de serviços de limpeza de janelas, mas não encontrei. Quando conseguir colocarei a informação nos comentários. Alguém me quer ajudar?
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Tiago
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18:28
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Tiago
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23:01
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Rodrigo Bastos
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19:10
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Tiago
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10:41
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Começou uma nova era para o poder político local português.
A grosso modo, a côr politica do executivo da Câmara de Lisboa manteve-se,
(...)
na JF do Lumiar também,
(...)
na JF da Charneca o PS irá governar sozinho e sem a CDU como era dantes e
(...)
na JF da Ameixoeira a coligação PS/CDU deu lugar a um executivo do PSD.
Os próximos quatro anos irão ser preponderantes para o projecto da Alta de Lisboa.
Os novos executivos irão representar-nos.
Irão tomar muitas decisões importantes e relevantes.
Terão de confirmar a Alta de Lisboa como sendo o "maior projecto urbanistico português" e não o "maior flop urbanistico português".
Os "números" da Alta de Lisboa:
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Rodrigo Bastos
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Tiago
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Tiago
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Tiago
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Tiago
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Tiago
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Tiago
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O Bairro das Calvanas começou a ser construído em meados da década de 70 em muitos casos por pessoas retornadas das ex-colónias. Apesar de ser de construção ilegal, criou-se uma situação sui generis em que as habitações estavam fornecidas de electricidade, água canalizada e rede de esgotos, chegando os moradores a pagar contribuição autárquica.
Os mais de 300 moradores constituiram no início dos anos 80 a Associação de Moradores do Bairro das Calvanas que posteriormente entrou em acordo com a CML e SGAL para a libertação dos terrenos para o projecto da Alta de Lisboa.
Actualmente são já poucos os residentes no Bairro das Calvanas. As casas vão sendo destruídas enquanto os moradores são temporariamente realojados em habitações municipais antes de se mudarem para as casas que estão a ser construídas na Alta de Lisboa.
Mesmo assim, o sr. Vítor, dono do único café do bairro que também é mercearia, o Café Oliveira, ainda trabalha todos os dias. O stock não está a ser reposto, o sr. Vítor sabe que não faria sentido, mas as saudades que já sente pelo bairro, pela casa, pelo café, atrasam-no na partida.
Em tempo de eleições é engraçado dar de caras com achados arqueológicos como este, com cerca de 25 anos, num tempo em que havia menos cartazes e mais pinturas murais.
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Tiago
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17:44
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etiquetas: calvanas
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Tiago
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Tiago
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