quarta-feira, 8 de outubro de 2008

TVNet fala também da rotunda



Via TVNET

23 comentários:

Luís Lucena disse...

É curioso que a peça fala num "braço de ferro" entre a CML e os Cidadãos.

Significa então temos a CML contra os Cidadãos...

Passou de entidade que ignorava o Cidadão (claro que para a cobrança zinha, não ignora) para "inimigo" do Cidadão.

Esquizofrénico, não?

Anónimo disse...

Se um grupo de cidadãos resolve, numa noite, um problema que uma autarquia não resolveu num ano, então temos uma autarquia incompetente.
Se a mesma autarquia vem repor o problema no dia seguinte, temos má fé, para além da incompetência, que dessa já não se lavam.
Esta rotunda apenas incomodou quem insiste em nada fazer.
Neste caso justifica-se plenamente uma rotunda em detrimento de semáforos.
Uma rotunda permite o ordenamento do trânsito sem que nenhuma das vias fique obstruída, é mais barata e os custos de operação e manutenção são muito mais baixos.
Os semáforos acarretam consumo de energia e haverá sempre pelo menos uma via obstruída, quantas vezes sem trânsito nas restantes.
Ainda que, por absurdo, a melhor solução se demonstre ser sinalização luminosa, seria de muito bom senso instalar uma rotunda provisória, pelo menos, melhor que nada fazer, e seguramente, muito melhor que desfazer.
Estes senhores nem fazem nem deixam fazer, para não dizer de outra forma.
Vem nos mais elementares manuais de gestão que, muitas vezes, mais vale uma má decisão que nenhuma decisão, ainda para mais num caso em que a decisão em causa é perfeitamente reversível.

Anónimo disse...

Será possível reclamarmos a independência da Camara Municipal de Lisboa?
Reivindicarmos a criação Camara Municipal da Alta de Lisboa?
Ou da Camara Municipal do Lumiar (assim não temos que mudar as tampas das caixas dos esgotos)?
Reclamemos a nossa auto-determinação, libertemo-nos do poder colonialista da metrópole.
Não aceitemos a vontade dos outros a governar as nossas vidas, se Lisboa não nos deixa ter rotunda, nós não queremos Lisboa.
Com os impostos que todos pagamos para Lisboa, merecemos muito mais, podemos ter muito mais.
Independência Já!

Anónimo disse...

De facto, cada vez mais se vislumbra ser imprescindível a criação da Freguesia da Alta de Lisboa!
A Alta tem uma identidade própria que não coincide com o inanimismo a que estamos votados. Afinal, exigências repartidas, valem sempre um pouco menos, não é?

Só esta nova entidade poderá resolver os problemas do dia-a-dia da Alta e tentar aplicar o plano do projecto, exigindo o trabalho devido à SGAL e mais e melhor acção e celeridade da CML.

Esta situação de termos 3 freguesias, apenas contribui para que todas elas, em conjunto com a CML, nos venham aos bolsos, levando o que considero uma fortuna (em IMI, em taxas de esgotos, em taxas nas contas da água, luz, gás e comunicações) a todos e cada um de nós, sem os correspondentes serviços e infraestruturas que nos deveriam ser disponibilizados e que nos estão prometidos!
Na minha reclamação do IMI, nomeadamente do coeficiente de localização, vi como resposta que este está calculado com base nas infraestruturas "pensadas" para a zona.
Ora bolas! Se elas estão pensadas e não concretizadas, também posso apenas "pensar" que paguei o IMI?

Anónimo disse...

Não será esta situação de pagarmos IMI de acordo com as infraestruturas "pensadas" para a zona ilegal?
Se não for ilegal é, pelo menos, imoral.
Então temos uma entidade a cobrar por serviços que não presta e por equipamentos que não faculta.
É uma vergonha (ou falta de).

Joana disse...

Mais uma vez, uma referência ao Jaime Lerner (http://viveraltadelisboa.blogspot.com/2006/09/jaime-lerner-sobre-revoluo-dos.html). Não estive a ouvir a entrevista de novo mas lembro-me na altura de uma parte que me ficou em que ele diz q para ser um bom prefeito é preciso de humildade. De perceber q os moradores, mais do que ninguem, sabem o que é necessário para a sua zona. No caso concreto, relata uma situaçao de uma obra qq q estava prevista e de os moradores entrearem um abaixo-assinado contra a decisão. E, rápidamente, tratou de fazer um memorando interno a dizer "Urgente: não fazer nada!".

Aqui é mais ao contrário... Mas a ideia base é de ter humildade para perceber que, na verdade, quem manda, somos nós. Ou deviamos ser.

Mr. Steed disse...

ui, do que vocês se foram lembrar! uma freguesia da alta de lisboa!

a esta hora já os presidentes das juntas estão a reunir com os seus acessores para encontrar formas de impedir a rebelião :)

a alta de lisboa ter freguesia própria? isso era muito mau pq esta zona dá um dinheirito jeitoso.

claro que tem o problema de os habitantes não se calarem e serem uns chatos de primeira mas pagam uns cobres jeitosos.

Mr. Steed disse...

ó joana! sua insurrecta! quem manda são os cidadãos? por menos que isso já foi muita gente para guantanamo!

Joana disse...

É verdade, tenho q ter mais cuidado... Esqueço-me dos tempos que correm!

Anónimo disse...

Foram os Romanos que bazaram daqui porque nós nãos nos governávamos nem nos deixávamos governar....?

Anónimo disse...

Fora de brincadeiras: não acham que é tempo de se lançar uma candidatura independente à Junta de Freguesia do Lumiar? Uma candidatura que rompa o centrão que tem governado o país e a Câmara há mais de vinte anos com os resultados que se vêm?

Experimentem assistir a uma sessão da assembleia de freguesia e depois digam se não vos dá vontade de varrer aquela malta toda borda fora

Ana B. disse...

Pois se a freguesia da Alta de Lisboa for uma boa ideia, é a altura certa para se discutir o assunto. O Presidente da Câmara falou há uns dias precisamente na necessidade de rever o mapa das 53freguesias de Lisboa. As disparidades são grandes e justificam, em muitos casos, a junção de freguesias. Talvez no caso do Lumiar, Charneca e Ameixoeira, a Alta justifique uma autonomia. Ou não. E parece-me que o António Costa quer fazer isto até Dezembro porque aproximam-se vários actos eleitorais.

Anónimo disse...

A freguesia do Lumiar incluí Telheiras, Lumiar, Qta do Lambert e a zona da Alta de Lisboa a sul do parque oeste.
Com uma população muito grande e não totalmente quantificável, pois algumas pessoas votam ainda na sua antiga morada de residência...
Mas seremos bastante mais do que os 45.000 habitantes... dos quais 30.600 são eleitores que a junta de freguesia informa no seu site!
Percentualmente é sem dúvida uma grande fatia da cidade de Lisboa.
Estamos a falar de população activa, que paga impostos, IMI, taxa de esgotos, escolas/colégios, e que quer resultados, quer circular em segurança, seja viária, seja pedonal !!!
Uma nova Freguesia faz todo o sentido, este projecto precisa dessa entidade :-)

Anónimo disse...

Está-se atornr uma necessidade, sinto que estamos a pagar impostos para serem utilizados noutros lados e nós ficamos sem nada, a pagar pelo que está "pensado"...

Anónimo disse...

Então e a rotunda não pode ser pintada?

Põe-se um pino no meio com uma corda e um pincel a andar à volta.

Fica um círculo perfeito e inamovível.

Ideias...

Anónimo disse...

Foi ontem anunciado pelo presidente da CML em reunião da AML: Fusão de freguesias antes das eleições.

António Costa pediu urgência na reforma administrativa municipal que iniciou. O Governo vai relançá-la até ao final do ano avançando com uma proposta que vai ao encontro da reforma administrativa municipal - passando pela fusão de freguesias -pedida ontem pelo presidente da Câmara de Lisboa, António Costa. O secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, garantiu estar já a “trabalhar na clarificação de competências das freguesias”.

A proposta que o Governo quer discutir ainda este ano com a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), para que esteja pronta até às autárquicas de 2009, visa “introduzir a associação e a diferenciação” de freguesias, “válida por um mandato”, adiantou Cabrita. A ideia do Executivo passa por racionalizar serviços, redimensionando freguesias.

A ideia foi lançada pelo próprio António Costa em 2005, enquanto ministro da Administração Interna, e recordada no discurso que fez nas comemorações da República. “É um tema que não deve ser adiado por se avizinharem um conjunto de actos eleitorais”, disse o agora presidente autarca de Lisboa.

António Costa quer ver resolvido o “paradoxo de o município estar privado pelo Estado de competências essenciais”, ao mesmo tempo que “acumula competências que melhor seriam exercidas por freguesias”. A par com esta descentralização, Costa também apelou ao “reforço da dimensão de muitas freguesias de modo a ganharem escala de bairro”. Ou seja, evitando que uma mesma zona se divida em várias freguesias.

Mas se a convergência entre Governo e Costa não levanta dúvidas, o mesmo pode não acontecer nas negociações com a ANAFRE. O presidente Armando Vieira não vê com bons olhos a ideia de extinguir as freguesias menos populosas, preferindo limitar qualquer alteração ao “desenvolvimento do associativismo”: “Primeiro a fase do namoro e depois, eventualmente, do casamento das partes”, diz. Quanto à extinção, é contra, receando que se percam identidades. Concorda com a racionalização mas também sublinha que “as freguesias apenas consomem 0,16% do Orçamento do Estado para 2008”.

Anónimo disse...

É claro que associações tipo ANAFRE irão sempre estar contra a concentração e/ou reorganização de freguesias!

Afinal, tal significará sempre perda de posição política, de influências, compadrios e de rendimentos. Deixam de haver uma série de jobs para os respectivos boys.

É curioso como, em vez de defenderem a existência de freguesias mais próximas da realidade e apontadas às soluções de cada bairro e dos seus habitantes, preferem referir que gastam "apenas" 0.16% do orçamento de estado... e pergunto eu: de quantos milhões de euros se trata? e quem os paga?

Serão decerto muitos os milhões, pagos também pelo meu bolso. E se pago, só quero que me sirvam adequadamente, o que revela-se não ser o caso actualmente.

Anónimo disse...

Curioso é a promoção pela autoridade cML e PSP/DIv Trânsito de um entroncamento ilegal (porque não previsto em qualquer ordenamento rodoviário) por detrás da divisão da pSP permitindo o acesso directo dos moradores da Quinta do lambert à saída da Alta de Lx pelas calvanas - mais uma vez prejudicando os moradores da Alta, já que para esta urbanização é essa a sua única saída para o centro da cidade.

Não repararam como o trânsito está mais parado???

E digo promoção pela CML/PSP por omissão ou «fechar dos olhos»: apesar de ser um caminho de gravilha, que vem de um parqueamento ilegal privativo(?), aqui, ao contrário de uma ROTUNDA QUE FAZ FALTA E FUNCIONOU NA PERFEIÇÃO, ORDENANDO O TRÂNSITO E PROMOVENDO O CIVISMO, ninguém se lembrou de REPOR A LEGALIDADE fechando esse acesso a uma estrada alcatroada, NUMA ZONA DE CURVA!!!


Dois pesos, duas medidas.
Deve morar por ali algum vereador que não quer sair pelas três saídas via a Alameda das Linhas de Torres, nem fazer o caminho de todos os outros moradores daquele topo da Alta...

Anónimo disse...

Semáforos para aumentar a emissão de gazes e o gasto dos combustíveis?
Só vai aumentar o tempo que se demora a sair dali!

Como se vê no filme de um morador, a rotunda introduziu civismo na condução - cedência de passagem, paragens cerimoniosas.

Antes, quem vinha da Alameda das Conchas, quer de cima, quer de baixo, vinha a «assapar» e cilindrava quem se atrevesse a espreitar depois do stop!

Rotunda SIM: barato, fluidez de tráfego, obstáculo natrural garante segurança.

Semáforos Não: Vai manter-se alta velocidade com ultrapassagem do sinal vermelho, gasta-se mais energia, mais poluição do pára arranca, fomenta a ansiedade do condutor apressado. É solução mais cara de implementar e produz mais custos de utilização.

E não venham com a treta da necessidade de mais terreno para a rotunda - faça-se pequena, que o trânsito ordena-se civilizadamente: COMO SE VIU.

Anónimo disse...

Só no dia em que morrer ali um familiar do vereador da mobilidade, que os Zinhos só percebem o seu umbigo (e mesmo esse, com as almoçaradas, nem sempre se consgue vislumbrar!).

Mr. Steed disse...

é bem observada essa história do tal caminho alternativo.

Anónimo disse...

O dito caminho alternativo é utilizado pela própria PSP. Já por várias vezes constatei "in loco" a saída/entrada de motas e carros da Divisão de Trânsito por essa via.
República das Bananas!

Inês L. disse...

A verdade é que este cruzamento sem a rotunda faz lembrar o trânsito na Índia. Horn Please!

Fica uma ilustração:

http://www.youtube.com/watch?v=RjrEQaG5jPM