domingo, 11 de novembro de 2007

Uma reunião

Num louvável esforço de audição de todas as partes, numa apreciável tentativa de auscultar opiniões, ouvir sugestões, definir soluções, decidiu o vereador Sá Fernandes organizar uma reunião no seu gabinete na passada 6ª feira dia 9 com algumas das entidades com intervenção nesta zona da cidade. Este blog foi um dos convidados.


Infelizmente, o espaço curto que mediou entre o convite e a realização do encontro - menos de 24 horas - tornou impossível a desmarcação dos compromissos profissionais que tínhamos agendados, pelo que não pudemos - com grande pena - estar presentes.


Do facto demos conhecimento, em tempo, a quem amavelmente nos convidou, apresentando datas alternativas.

Aguardamos assim, notícias. Ou da reunião havida ou da reunião a haver.

13 comentários:

Luis Santos disse...

Depois de quase acusarem o zé de afogar um menino, depois do zé se ter deslocado à Alta, depois do zé os ter convidado para uma reunião, dizem "ah não podemos, temos a agenda cheia....".
Francamente. Assim qualquer um pode dizer de vocês o mesmo que vocês disseram do zé: tá-se tudo a "cagar".

Anónimo disse...

Já repararam no elogio que o Gente de Lisboa faz ao Viver na Alta de Lisboa? Está em: http://gentedelisboa.blogspot.com/2007/11/parabns-viver-na-alta-de-lisboa.html
Podem ter metido algumas argoladas, mas parecem ser boa gente...

Pedro disse...

Caro Luís Santos,

Não sei o que faz na sua vida e portanto não sei a sua facilidade de desmarcar compromissos profissionais mas por aqui ainda temos de trabalhar para garantir o pagamento das contas. E quando se convocam pessoas que não estão nem reformadas nem desempregadas para uma reunião com menos de 24 horas de antecedência é bem provável que a resposta seja uma negativa.

Não quero acreditar que tivesse sido esse o objectivo de quem convidou mas, como em tudo na vida, os encontros são feitos a meio do caminho.

Anónimo disse...

Pedro,

Deve ser mais um boy do BE na contra-informação.....

Anónimo disse...

Ora pois claro que é! É vê-los a sair debaixo das pedras, sem qualquer pudor.

Pedro Veiga disse...

Deve ser louvado o exercício da cidadania promovido por este fórum de discussão que é o Viver. Ainda bem que há resposta do lado de quem tem poder e responsabilidade sobre a cidade. Isto significa que o debate de muitos temas urbanos neste espaço virtual tem tido um efeito positivo! Estamos todos de parabéns!
Por outro lado, as opiniões paralelas só servem para desviar a atenção dos verdadeiros problemas que nos afligem enquanto cidadãos. Por isso é importante ir mantendo a lucidez e esquecer os comentários de baixo nível que uma minoria de leitores insiste em colocar.

Anónimo disse...

Vamos lá dissecar a mente dos críticos:

- Se há provas concretas de que as reclamações apresentadas via e-mail ao Sr. Vereador perduraram durante mais de 1 mês sem qq resposta, tendo sido quebradas apenas por uma resposta "formatada" no dia seguinte ao acidente a lamentar o sucedido ec a anunciar a abertura de 1 inquérito;

- Se ninguém no Viver exigiu q em 2 meses o Sr. Vereador tivesse mudado a cidade, simplesmente que tivesse respondido aos diversos e-mails que alertavam para uma série de problemas no Parque Oeste;

- Se o Sr. Vereador, ao contrário da política de abertura ao diálogo com as populações que sempre apregoou, ignorou por completo as sucessivas mensagens (ao contrário de outros Vereadores e Chefes de Divisão que foram alertados para outros assuntos);

Então:
Porque é que vêm para aqui uns indivíduos apelidar um grupo de pessoas com enorme espírito crítico, com deveres de cidadania e vontade de promover o bem-estar entre as populações da Alta de Lisboa de um série de adjectivos do tipo :"tendenciosos", "anti-bloquistas" e "politiqueiros" ????

Alguém me consegue explicar "como se eu fosse muito burro" ???

Joana disse...

O Pedro já respondeu, mas gostava de deixar escrito, tb, que não compreendo que não se entenda que as responsabilidades de quem faz um trabalho voluntario pro-bono são completamente diferentes das de quem faz disto profissão. Assim como o horário de expediente e as disponibilidades tb o deverão ser. E não é justo que se exija o contrário ou que se coloque tudo no mesmo saco.

Anónimo disse...

Vamos lá ver. Que eu saiba, o gabinete do Zé não fez qualquer comentário sobre a indisponibilidade de alguns convidados para a reunião. Certamente que a compreendeu. Só não quis deixar de fazer a reunião e, possivelmente, haverá outra mais tarde.
Não vale a pena cruxificar o Zé mais, não acham?

Luis Santos disse...

Mais uma vez fica provado que os promotores deste blog lidam mal com as criticas. Eu só afirmei que a vossa indisponibilidade pode ser interpretada pelo Zé da mesma forma que as indisponibilidades do Zé foram interpretadas por vocês. Leiam melhor as criticas e aprendam com elas antes de se vitimizarem com a balela do espirito civico...

E já agora, não sou nem reformado nem desempregado nem membro ou adepto do BE. Sou apenas um cidadão da Alta: um merdoso de acordo com a vossa bitola...

Anónimo disse...

exercer cidadania (ou exercer seja o que for) não é fácil, de facto. É-se preso por ter, ou não ter cão. Que A Força esteja convosco Alta. Que, Contra, não hão-de parar as vozes. Que mais não fazem...

Anónimo disse...

VIVA A MUSGUEIRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


A MALTA da MUSGA é que è FIXE

João Tito Basto disse...

Eu estive presente na reunião e concordo que é realmente complicado mobilizar alguém num dia de semana às 15:00 com uma convocatória feita com uma antecedência de menos de 24 horas. Compareci eu e o José Rodrigues da ARAL e o Engº Carlos Pereira da Costa, responsável pelos pelouros da Requalificação Urbana e espaços Verdes da Junta de Freguesia do Lumiar.

No início da reunião distribuí uma cópia de um post que publiquei aqui no Viver em Julho de 2006 (Um parque para ser vivido ou um parque para ser visto? ).Não gosto, nem acho particularmente útil o "eu bem avisei", mas o acidente da criança no Parque Oeste, com muito azar pelo meio, era como se veio a verificar, previsível. O Vereador disse-nos que não era possível ter um vigilante a tempo inteiro em todos os parques de Lisboa e que a solução, para já, passaria pela manutenção das “rondas” feitas pela empresa de segurança contratada. Tentamos passar a mensagem que provavelmente não haverá outro Parque em Lisboa com um número tão grande de crianças nas proximidades que estão literalmente por sua própria conta e só isso seria razão mais que suficiente para haver uma vigilância séria e a tempo inteiro.

O Vereador apresentou-nos também a solução da rede que vão colocar por cima da tela que existe no lago e que vai permitir quem caia consiga sair da água com maior facilidade, ficaram de nos apresentar mais detalhes, até agora não recebemos essa informação. Falamos igualmente sobre a manutenção (ou a falta dela) do Parque e restantes problemas de segurança, como assaltos e a falta de iluminação.