domingo, 31 de dezembro de 2006

Homenagem aos grandes parques da Alta de Lisboa

Não quero deixar que 2006 acabe sem deixar aqui uma pequena homenagem aos Parques das Conchas e Oeste. Sem eles Lisboa estaria de certeza muito mais pobre!

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Parques das Conchas e Oeste 25 e 31 de Dezembro de 2006

Que 2007 seja melhor para toda a cidade de Lisboa!
E um bom 2007 para todos os colaboradores e leitores deste blog!

12 comentários:

Pedro disse...

E um bom ano também para ti Pedro! Só uma pequena correcção: a Quinta das Conchas foi aberta à fruição pública dos habitantes da freguesia do LUMIAR e de Lisboa em 1975 - muitos anos antes das primeiras ideias sobre a Alta. Chamar-lhe parque "da Alta de Lisboa" cheira um bocadinho a revisionismo histórico...

Anónimo disse...

Pedro, quantas vezes visitou o parque das conchas de 1975 a 2004?
as vezes a abertura de um parque nao implica a sua utilizacao?

Pedro disse...

Se eu soubesse que ia precisar delas para o seu inquérito tinha-as registado... Mas fazendo umas contas rápidas de cabeça - umas centenas. Satisfeito/a?

Vasco disse...

O Parque das conchas é um parque da cidade de Lisboa situado na freguesia do Lumiar e convive a paredes meias" com a Alta de Lisboa/Alto do Lumiar. Acho que este foi mais um preciosismo desnecessário por parte do Pedro...

Excelentes fotos Pedro Veiga e um bom ano para todos!!!

Pedro Veiga disse...

Interessa salientar sobretudo o aspecto positivo da requalificação dos espaços verdes e a construção de novos parques. É isso que eu quero dizer. De facto este parque (das Conchas) já existe há muitos anos e não foi inaugurado devido ao desenvolvimento da Alta de Lisboa. Todavia, graças à sua requalificação é hoje possível usufruir deste espaço com toda a segurança e comodidade. Para isso o desenvolvimento da Alta de Lisboa na óptica da requalificação urbana deu uma grande ajuda.

Tiago disse...

Eu conheci o Parque das Conchas muito antes de saber o que era a Alta de Lisboa e também perdi a conta das vezes que o visitei. Nunca fui assaltado, ameaçado ou meu senti em perigo. Nunca vi qualquer toxicodependente pendurado numa árvore. Mas como felizmente não sou paranóico talvez essas coisas me passem mais ao lado.

O Parque das Conchas é muito mais utilizado agora, depois da requalificação, mas perdeu todavia alguma da sua beleza selvagem e pura.

Mas isto não é uma crítica. Ainda costumo vir passear para o Parque das Conchas e sentar-me num banco a ler, coisa que não posso no Parque Oeste.

Pedro disse...

Faço minhas as tuas palavras, Tiago. Talvez por isso é que a parte da mata continue a ser a minha favorita. Mas esse é o problemas das reabilitações que se põe sempre a um dono de obra ou ao projectista: como actuar - de acordo com os regulamentos e as normas em vigor, correndo o risco de comprometer o "espírito" do lugar (seja lá o que fôr esssa coisa do "espírito") ou procurar recuperar sem nada alterar, correndo o risco de ver a proposta chumbada pelos tecnalistas do costume? Como em tudo, a resposta reside no bom-senso e em algum equilíbrio entre opções.
Em relação à intervenção nas Quintas das Conchas e dos Lilazes, parece-me que ela foi realizada sob responsabilidade única da CML e independentemente do avanço da Alta. Mas posso estar engano... teria a CML vontade de avançar com o investimento se se mantivesse a degradação que existia no seu tardoz? Deveria ter... mas então porque não a fez antes?
Quanto ao projecto, parece-me o possível, sem vontade de rupturas, assim uma coisa eficaz e low-profile q.b. o que é sempre de aplaudir nestes casos de pré-existências.

Rodrigo Bastos disse...

Uma coisa é certa...é bem bom ter o Parque das Conchas aqui ao pé :)

Anónimo disse...

Boa noite.

Alguém viu esta noticia no site da SGAL:

http://www.altadelisboa.com/05-noticias2.php?ID=22

Lá para o fim diz o seguinte:

"Por outro lado, foi finalmente autorizada pela CML a abertura da Rua H-1, que confronta a Quinta das Conchas e se estende ao longo de toda a Quinta, criando condições para que mais uma zona urbana requalificada na Alta de Lisboa possa ser usufruída."


O que isto quer dizer ao certo????


Rui Sousa

Carlos disse...

A intervenção na Quinta das Conchas e dos Lilazes foi feita pela SGAL, ao abrigo das contrapartidas a que está vinculada contratualmente. O projecto de recuperação é da CML-DMAU.
Importará dizer que a SGAL tinha um projecto concebido pela Arq. Isabel Aguirre, que modificava muito menos a Quinta das Conchas, era mais minimalista e era, até, muito mais barato.
A opção foi pelo projecto da CML-DMAU.
A reabilitação foi iniciada em 2005, porque alguém na Câmara decidiu que era chegada a hora de o fazer.
A intenção de recuperar existia há anos, o projecto estava concebido há anos, a SGAL tem um contrato com os moldes actuais desde 1996, no entanto, em 2004, passou-se das intenções e do papel para a realidade, para os actos. Venceu-se a inércia, as discussões infindáveis, os gostos pessoais, o enquadramento e a envolvência.
Tão simples como isso!
Não foi, pois, uma intervenção que foi realizada sob responsabilidade única da CML e independentemente do avanço da Alta. Foi precisamente o oposto.

verdocas disse...

Volto a colocar a questão que o Rui Sousa colocou anteriormente em relação à 'notícia' do site da SGAL - porque ainda ninguém respondeu:

http://www.altadelisboa.com/05-noticias2.php?ID=22

em que é possível ler:

"Por outro lado, foi finalmente autorizada pela CML a abertura da Rua H-1, que confronta a Quinta das Conchas e se estende ao longo de toda a Quinta, criando condições para que mais uma zona urbana requalificada na Alta de Lisboa possa ser usufruída."???????

Tiago disse...

Na parte de cima da Quinta das Conchas, onde ficará no futuro o Centro Comercial projectado pelo Tomás Taveira, estava há meses o passeio finalizado, com árvores, bancos (sem encosto mais uma vez), e locais de estacionamento automóvel. No entanto uma rede das obras impedia a utilização. Essa rede já lá não está. Já está a ver onde é e o que é?