quinta-feira, 29 de junho de 2006

Emergência médica tem dificuldades...

na localização das ocorrências nas zonas novas das cidades. Na "Alta de Lisboa", em particular, os locais de referência não estão inseridos nem em sistemas de GPS nem sequer em meros roteiros.
Recordo-me que quando vim morar para o Alto do Lumiar, há cerca de 2 anos, encontrei um carro de bombeiros completamente perdido na actual Rua Helena Vaz da Silva. Mas parece que isto continua a ocorrer, nomeadamente com ambulâncias do INEM.
Quem necessita de urgência na resposta da emergência médica ou de outra não pode correr riscos pela ausência de um sistema de orientação que já deveria existir.
Falha no Plano de Urbanização? Parece que a "cartografia da área" estaria prevista.
Desconhecimento da autarquia? Certamente que não.
Será assim tão difícil colocar placas orientadores nas nossas ruas? Se calhar é, pois nem passadeiras ainda temos em alguns locais (e há bem pouco tempo nem passeios provisórios havia noutros).
Qual a solução para que as entidades responsáveis sejam chamadas a agir em função de todas estas necessidades?

3 comentários:

Pedro Veiga disse...

São bem vistas estas falhas. Realmente sem a toponímia colocada e sem placas indicadoras como é que alguém se orienta neste labirinto? Será a CML a entidade mais responsável? Ou é o urbanizador?

whocarez disse...

Desta vez é da CML. Em abril perguntei aos serviços de toponomia quanda é que era colocada a placa na Av. Sérgio Vieira de Mello, responderam-me que só aquando da inaugração:

"Assim este arruamento é oficil desde a data do edita de 15/12/2003. Quanto às placas toponímicas, estas só serão colocadas aquando da inauguração do arruamento, não estando ainda agendada qualquer data para o evento.

Com os melhores cumprimentos

Departamento de Serviços Gerais"

Já passaram mais de 2 anos após a atribuição do nome da rua, mas ainda não tiveram oportuniade de inaugurar?
Ao consultar a página da CML, verificamos que as inaugurações de ruas deixaram de ser feitas (http://www.cm-lisboa.pt/?id_categoria=96&id_item=5804)

Carlos

Rodrigo Bastos disse...

Infelizmente nem se pode dizer que estão a ser dados "passos de caracol".

Estamos a ser mais uma vez "confrontados" com aqueles "problemitas" de autismo, inércia e o do deixar andar.