quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Causa efeito



Ainda ontem falámos aqui nesta obra mal terminada que punha em causa a segurança rodoviária e saúde dos automóveis. Nem um dia passou para o mal ser reparado.

Uma cidade só é viva com o esforço comum de todos os participantes. Quando apontamos as falhas da nossa cidade o objectivo é que sejam reparadas, corrigidas, para vivermos todos melhor.

Na construção da Alta de Lisboa, é necessária uma parceria forte entre Moradores, SGAL e UPAL, como responsabilidades e direitos bem definidos e partilhados, com os canais de comunicação completamente desobstruídos, sem estratégias de defesa, sem silêncios de meses, sem cartas, faxes, emails e telefonemas por responder, sem desrespeito de parte a parte, sem desonestidade intelectual.

Este remendo na Av. Krus Abecassis, posto logo a seguir ao alerta dado aqui, ou é uma enorme coincidência, ou é um sinal de que a parceria existe, mesmo que informal. Não devia ser necessário falarmos nisso, mas faz parte da coisa. Agora faltam outras obras, algumas maiores, mais complicadas, mas mais necessárias, também.

5 comentários:

joana disse...

E pode ter sido coincidência, também, mas a verdade é que as obras da esquadra começaram também esta semana, pouco tempo depois do Rodrigo e tu (e o Público!) darem conta do atraso de 4 meses.

João Baptista disse...

Eu cá acho que foi simplesmente coincidência.

Por algum acaso fizeram o mesmo naquele "buraco" perto da esquadra ? ("buraco" = novo troço 'temporário' em frente à esquadra).

João Baptista disse...

Se não foi coincidência, por favor alguém que dê a cara e diga-o formalmente (pode ser que fiquemos todos com um contacto para futuras reclamações deste tipo).

Ana Louro disse...

Coincidência ou não o importante é que as coisas melhorem. Julgo que este blog é o reflexo das preocupações das pessoas que cá moram. Nunca será demais alertar para o que está mal ou pode ser melhorado e que pode não ser visto por quem está mais de fora. E nestas circunstâncias digo OBRIGADA a todos.

Pedro Veiga disse...

Faço minhas as palavras da Ana Louro!