quinta-feira, 7 de julho de 2005

Bloco de habitação social do Condomínio da Torre



Este é o aspecto do interior do bloco de habitação social do Condomínio da Torre.

8 comentários:

JC disse...

Uma questão, e visto que neste espaço se tem falado muito de degradação de espaços públicos na Alta Lx. Este espaço ajardinado é privado ou é de uso público? E quem faz a gestão do mesmo?

PFerreira disse...

Este espaço é público no edifício PER e é gerido pela CML. A própria configuração dos edifícios, em quadrado, com duas entradas (uma delas muito pequena)possibilita que exista algum resguardamento em relação à utilização exterior.

Tiago disse...

O Condomínio da Torre é constituído por cinco blocos de apartamentos, quatro dos quais em forma de G e outro, mais pequeno, em forma de L. Desses quatro em forma de G, um foi atribuído a habitação social, o que está fotografado, e outros três são de aquisição.

Nestes três, a área interior do G está semi-vedada com uma vedação. O de habitação social é aberto, sendo,portanto, público.

Não sabia que a manutenção do jardim interior estava a cargo da CML. Essa informação é confirmada?

PFerreira disse...

Sem querer afirmar com 100% de certeza, creio que é a CML, até pela lógica, a responsável pela preservação dos espaços verdes nos referidos prédios PER.
Passe pela zona, julgo eu, do Páteo São João de Brito, nas traseiras de uns prédios PER, junto a um ringue desportivo e aí, também, irá encontrar um espaço verde em óptimas condições.

É que não me parece que sejam os moradores os responsáveis por tão meritório trabalho, até porque deve exigir bastante trabalho e conhecimento.

Nesta zona, a Alameda da Música é mesmo o pior exemplo de todos. Para não dizer a vergonha.

Independentemente de quem esteja a contibuir activamente para isto, espero que continue dessa forma, e mais, que esta onda verde se alastre pela Alta.

PFerreira disse...

Sem querer afirmar com 100% de certeza, creio que é a CML, até pela lógica, a responsável pela preservação dos espaços verdes nos referidos prédios PER.
Passe pela zona, julgo eu, do Páteo São João de Brito, nas traseiras de uns prédios PER, junto a um ringue desportivo e aí, também, irá encontrar um espaço verde em óptimas condições.

É que não me parece que sejam os moradores os responsáveis por tão meritório trabalho, até porque deve exigir bastante trabalho e conhecimento.

Nesta zona, a Alameda da Música é mesmo o pior exemplo de todos. Para não dizer a vergonha.

Independentemente de quem esteja a contibuir activamente para isto, espero que continue dessa forma, e mais, que esta onda verde se alastre pela Alta.

Tiago disse...

A minha dúvida não era entre a CML e os moradores, mas entre a CML e uma empresa sub-contratada pela SGAL. Porque a se não fosse a CML, até quando seriam tratados os jardins?

ana disse...

criei um novo blog pra futuros moradores dos jardins de s. bartolomeu
www.jardinsdesbartolomeu.blogspot.com

Zé disse...

Acho uma vergonha os espaços verdes junto da habitação social estarem todos espantosamente bem conservados e os restantes até dá dó. Os jardineiros devem ter medo de não fazerem o serviço, ainda são mortos.
É o que dá pôr comunas na CML estes anos todos!
Os jovens lisboetas têm que sair de Lisboa para encontrarem casas baratas, porque os preços são insuportáveis, os imigrantes ilegais e respectivas famílias, parasitas do fundo de desemprego e subsídio de rendimento são-lhes oferecidas casas nas zonas nobres.
Caros vizinhos, temo muito pelo nosso bairro, sendo o bairro com mais segurança privada de Lisboa.


Alta do Lumiar