quinta-feira, 7 de julho de 2005

Regaram finalmente a Alameda da Música!



Depois de muitos protestos por parte dos moradores, a Alameda da Música, ainda sem definição jurídica quanto a quem pertence, SGAL ou CML, foi finalmente regada. Curioso é o facto de os relvados estarem equipados com sistema de rega, e a rega que aqui vemos estar a ser feita à mangueira. Menos eficaz, mais dispendiosa. Provavelmente deve-se ao impasse na transferência de propriedade da SGAL para a CML.
Deixa-nos também outra dúvida: a relva estava em seca extrema. Será que tem hipótese de revitalizar com esta e futuras regas? Se não, terão de replantar tudo de novo e esta água foi gasta em vão.

4 comentários:

Pedro Veiga disse...

Tem hipótese sim. Só que esta relva não se adequa ao nosso clima, porque para se manter verde necessita diariamente de muita água .

Tiago disse...

Isso é importante ser dito, Pedro! Conheces outro tipo de relva que fosse mais adequado? Era importante que se apostasse nisso, num país tão carenciado de água.

PedroT disse...

Olá Tiago! ;) (e olá João!)
Tiago, há apenas um dia que ando finalmente a acompanhar os vários blogs sobre a Alta de Lisboa, e só tenho de te dar também os parabéns pelo teu. Está excelente! Espero tornar-me assíduo 'comentador' do que nele passa.

Pois é, alguém sabe afinal qual o problema que faz com que o sistema de rega pré-instalado não funcione? Que lutas institucionais existirão, ou, simplesmente, que problema técnico se apresenta?
De qualquer modo, é bom - muito bom - ir vendo, dia após dia, a Alameda da Música cada vez mais verde, em virtude do uso quase diário da célebre mangueira amarela...
Um abraço!!
Pedro Teixeira.

Tiago disse...

Olá Pedro, benvindo!!!

Desconfio que o sistema de rega não esteja ainda a funcionar por o espaço não ter passado oficialmente para CML. Calculo que só liguem o sistema de rega à EPAL quando essa passagem estiver oficializada. Mas não tenho a certeza disto, apenas suponho. Como não faço ideia de uma série de coisas que acontecem na Alta de Lisboa. Os atrasos na entrega das casa, por exemplo. São coisas que só prejudicam os moradores e futuros moradores e não têm razão plausível aparente.