quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

PS Lumiar cita "A COISA AQUI TÁ PRETA"

E vale a pena a visita. Será interessante ler o que outras pessoas debatem e pensam sobre o futuro da Alta de Lisboa, projecto lançado pela CML, mas que tem sobre si um nuvem negra carregada de pessimismo.

Um projecto lançado pela CML, vendido como sonho a milhares de lisboetas, mas com ameaças de pesadelo feitas pelo criador, agora com papel de padrasto.

12 comentários:

Anónimo disse...

Realmente... É preciso ouvir o que o PS Lumiar tem a dizer deste escândalo. Sou todo ouvidos e olhos!

Anónimo disse...

Infelizmente não li debate. Vejo é o PS Lumiar a não saber o que fazer perante o PS CML.

Anónimo disse...

bem...Se não lermos at
é ao fim e com muita atenção, ficamos a pensar que o tral Raimul escreveu muito e bem...
Nunca ninguem lhe explicou o que é uma citação e como se assinala..
É pena.

Miguel

Anónimo disse...

Bem, mas lá os comentários estão a aquecer! Parece que eles não acharam grande piada às perguntas feitas pelos do Viver.

Cada vez gosto mais deste vosso blog. Parabéns!

mari francisca disse...

que tal uma manifestacao
um ajuntamento de pessoas nas pequenas fraccoes da santos e castro que a cml anda para acabar ha 3 anos?
e ja agora com cartazes com o nome das pessoas que representam a cml.
uma imagem valera mais que mil palavras

outra coisa que me ocorreu
estara a cml a atrapalhar a santos e castro porque daqui a 10 anos o aeroporto sai, e fica mal uma "estradona" entre a alta e as novas urbanizacoes dos amigos que ja andam a encomendar projectos?

Anónimo disse...

a mari francisca (com a idade de criança que tem) está bem informada e com um discurso que sai ao seu progenitor!!!

Anónimo disse...

do Publico:
Escolha é do director
31.01.2008, José António Cerejo
Costa demitiu este mês dez directores de departamento e chefes de divisão ligados ao sector do Urbanismo

As exonerações feitas depois da sindicância ao Urbanismo e a nomeação de pessoas ligadas às chefias do tempo de Soares estão a criar um clima que muitos técnicos definem assim: "Quem não é socialista é visto como corrupto." Costa nega o carácter político das nomeações e diz que as escolhas são do director municipal nomeado por Carmona e confirmado pelo actual executivo.


a O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, já substituiu este mês a maior parte dos directores e chefes de divisão dos serviços de Urbanismo, fazendo cessar também as funções de dirigentes do Planeamento Urbano, da Reabilitação Urbana e do Património. Grande parte dos seus substitutosocuparam lugares de chefia no mandato de João Soares e alguns tinham deixado a câmara quando Santana Lopes foi eleito.
Para lá das exonerações e substituição efectuadas, António Costa está a introduzir alterações na orgânica dos serviços que ainda não foram apresentadas ao executivo camarário. O caso mais notório respeita à criação de um departamento de fiscalização no quadro da Direcção Municipal de Gestão Urbanística (DMGU).
A fiscalização das obras particulares dependia até agora das chefias das quatro divisões de gestão urbanística da autarquia. A opção de Costa traduziu-se na criação de um departamento especializado, uma espécie de polícia do Urbanismo, para o qual já foi nomeada Margarida Carmo, uma engenheira camarária que passou os últimos cinco anos na Direcção-Geral de Turismo. No mandato de Soares, aquela técnica fez parte da equipa de assessores de Isabel Pereira, a então directora do único Departamento de Gestão Urbanística que em Novembro foi nomeada presidente da Comissão Arbitral Municipal de Lisboa.
No total, António Costa fez cessar este mês as funções desempenhadas em regime de substituição por quatro dos cinco directores de departamento da DMGU, quase todos nomeados por Carmona Rodrigues. Em exercício manteve-se o director municipal Gabriel Cordeiro, também nomeado por Carmona e confirmado por este executivo. Os dois departamentos de Gestão Urbanística deram lugar a um único, como antes de 2002, sendo os directores exonerados substituídos por Carlos Andrade, um arquitecto que também exerceu funções de chefia no último mandato PS-PCP.
No âmbito da DMGU foram ainda afastados os quatro chefes de divisão dos departamentos de Gestão Urbanística e uma chefe de divisão da Unidade de Projecto do Alto do Lumiar, sendo igualmente exonerado um chefe de divisão do Património com ligação ao Urbanismo. No que respeita às quatro divisões de Gestão Urbanística operou-se a sua fusão em duas, sendo nomeado para um deles um técnico que se tranferira para a Câmara de Loures (PS) em 2002, mas que acabou por não aceitar a nomeação "por motivos de saúde".
No que respeita à Direcção Municipal de Planeamento Urbano (DMPU), a substituição do director ocorreu logo no início do mandato com a entrada de Teresa Almeida, até então governadora civil de Setúbal. Já este mês, depois de ter sido afastada a anterior responsável, foi nomeado para director do Departamento de Planeamento Urbano, o mais importante dos três da DMPU, o arquitecto Paulo Pais, um militante socialista que integrou a lista de António Costa para a câmara e que também passou os últimos cinco anos na Câmara de Loures.
Quanto à Direcção Municipal de Reabilitação Urbana, o actual executivo escolheu para director, ainda no ano passado, o arquitecto Jorge Catarino. Trata-se de um técnico que, no tempo de Soares, assessorou o então director da DMGU e ocupou o lugar de director do Departamento de Projectos Estratégicos, transferindo-se também para Loures em 2002, onde se manteve até agora.

Anónimo disse...

Muitos dos novos directores da CML, incluindo o Arq. Catarino, veem da administracao Joao Soares e tiveram na Camara de Loures desde 2002 ate agora.

Provavelmente, grandes amigos do Sr. Eduardo Rodrigues, da Obriverca, que tem construido muito no municipio de Loures, na zona a norte de Lisboa e em Lisboa, em muitos casos com produtos que competem directamente com a Alta. Ver:

http://www.obriverca.pt/

http://dn.sapo.pt/2007/04/16/cidades/demolicoes_obriverca_paradas_moscavi.html

http://dn.sapo.pt/2006/12/15/tema/construtora_obriverca_investigada_pe.html

Anónimo disse...

De Carlos Moura-Carvalho a 31 de Janeiro de 2008 às 16:45
E. Branquinho
De forma a procurar esclarecer e clarificar o debate e não deixar "coisas no ar", gostaria de saber expressamente a que “bagunça” se refere e que existirá na Alta de Lisboa.
Gostaria igualmente de perceber qual o sentido da frase" Já alguém procurou saber como foi celebrado o contrato de urbanização com o grupo STANLEY HO gerido, pela então criada, Sociedade Gestora da Alta de Lisboa, SA (SGAL)."
O que é que pretende dizer com isso? Será que conhece o contrato, quem o negociou, quem o renegociou? E em que termos?... Conhece as obrigações da CML e da SGAL, conhece os prazos?
Para complemento deste debate, importará deixar claro que independentemente da "crise" no mercado imobiliário, o grande atraso na realização urbanística do projecto se deve não a essa crise, mas sobretetudo ao atraso na aprovação de projectos, na libertação de terrenos, na expropriação dos mesmos, na concretização e respeito pelas soluções aprovadas, por parte da CML.
A finalizar, gostaria de saber, a que interesses (algures entre as freguesias da Charneca e Camarate) se refere e que estarão a impedir a ligação entre o Eixo Norte Sul e a Av. Santos e Castro.
Era importante perceber, falar abertamente, discutir construtivamente e deixarmo-nos de rodeios.
O respeito pelas mais de 30.000 pessoas que já vivem na Alta de Lisboa, o respeito por todos aqueles que têm lutado por este projecto, o respeito pelo conceito que caracteriza a parceria existente, e bem assim, o respeito pelos contratos celebrados, a isso obriga.
Carlos Moura-Carvalho

Pedro Veiga disse...

Que grande embrulhada político-partidária.
Pelo que li já percebi que o projecto da Alta está definitivamente encalhado porque os interesses dos partidos estão voltados para as novas urbanizações milionárias que estão a ser planeadas. Para quê investir numa zona cheia de realojamentos sociais?
Sim, para quê?
É triste e cada vez estou mais convencido de que esta gente que nos governa não presta para nada!

Saudações a todos os resistentes!

Sebastião Arriaga disse...

Por que carga de água é que foi o Director Municipal da Reabilitação Urbana que representou o vereador no debate da Antena 1? Reabilitação Urbana? Mudaram as competências da Direcção Municipal? A CML já considera a Alta como um bairro histórico? Ou haverá outra razão misteriosa que nos escapa?

O texto seguinte vale o que vale, cada um que o aceite como verdadeiro ou não. Mas talvez ajude a explicar as misteriosas razôes:

"Em fins de Fevereiro de 2002, um novo caso abala a já limitada confiança dos municípes na CML: as razões que levaram ao pedido de demissão do director do Departamento de Projectos Estratégicos e Licenciamentos Especiais (DPELE) Catarino Tavares.

O caso é o seguinte: a CML desde o tempo de Jorge Sampaio que se opõe à construção de duas torres no Centro Comercial Colombo. A zona está saturada de betão armado, dado que por aqui a especulação imobiliária tem arrasado tudo. O caso foi levado pelo municipio a tribunal. No decorrer do processo, este informou a CML que se não respondesse a algumas questões o caso seria encerrado e haveria lugar a um deferimento tácito (a autorização para a construção das torres). A carta do Tribunal entrou na CML no dia 30 de Janeiro e é desde logo retida na DPELE. Seguindo uma prática, pelos vistos habitual na CML, só no último dia (19 de Fevereiro) e á noite (20horas), quando já passavam duas horas e meia sobre o prazo de resposta, a vereadora responsável pelo pelouro é informada por Catarino Tavares. Bastava então apenas encolher os ombros, lamentar o sucedido, aceitar o "facto consumado" e eventualmente distribuir o que houver sido acordado, como afirmam alguns mais acostumados a estas práticas." (Ler tudo aqui: http://jornalpraceta.no.sapo.pt/mafia6.htm)

As torres do Colombo começaram a ser construídas em meados do ano passado. Catarino Tavares é actualmente Director Municipal da Reabilitação Urbana e vogal do Conselho de Administração da SRU ORIENTAL.

Anónimo disse...

oh, os senhores que se associaram e construiram uma sede de escuteiros em alverca!
todo o dinheiro foi conseguido a base de recibos falsos

porque e que nao ha um jornalista que investiga esta questao?
uma historia interessante!