quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Recenseamento

O João Pinto, do Empreendimento das Galinheiras, salientou neste post a importância de estarmos todos recenseados na nossa área de residência.

Confesso que era uma tarefa que andava a adiar para "um destes dias" (apesar do transtorno que foi ir votar a Évora nas últimas presidenciais) mas os argumentos apresentados pelo João Pinto convenceram-me da real urgência desta regularização burocrática. Se andamos a fazer abaixo-assinados onde criticamos (e bem!) a CML pela sua inércia burocrática na resolução dos nossos problemas, nada mais lógico que vencermos nós, também, a nossa inércia burocrática. Afinal, em muitos casos, não é só uma questão de representatividade da respectiva Junta de Freguesia, mas da própria Câmara. Quantos de nós somos realmente eleitores daqueles a quem hoje exigimos acção?

3 comentários:

joana disse...

Gostaria de deixar claro que acho, de uma maneira ou de outra, que a legitimidade para exigências existe. Afinal, ainda que recenseados noutro lugar, vivemos em Lisboa e pagamos impostos e taxas à CML. E, na verdade, a CML deve servir os seus habitantes e não apenas aqueles que votam.

Mas, para evitar desculpas de representatividade e de prioridades, este é um passo que podemos dar.

isolina disse...

Além de ser um passo que todos temos o dever e o direito de dar, é super simples. Pelo menos na junta de freguesia do Lumiar, onde o cartão nos é dado no momento. Só demora 10 minutos.

Anónimo disse...

A principal preocupação de uma Câmara Municipal ou de uma Junta de Freguesia deve ser para com os cidadãos eleitores, pela simples razão que esses são os que eles têm identificados. Se existe a obrigatoriedade de mudar o cartão de eleitor para a nova morada (assim como para todos os outros) é porque é lógico que assim seja.