segunda-feira, 31 de julho de 2006

Um parque para ser vivido ou um parque para ser visto?




A Inauguração do Parque Oeste é uma óptima notícia mas vai haver um problema grave a resolver: a relação do Parque com as pessoas.

Parece-me sensato esperar que um parque implantado mesmo no centro de uma zona residencial seja pensado em função das pessoas, que tenha algumas infra-estruturas de apoio (um bar, uma casa de banho, bebedouros de água), que tenha alguns equipamentos de lazer (parque infantil, skate park, zona de patinagem por exemplo) e que seja também seguro. Não acredito em parques construídos exclusivamente para serem bonitos, não acredito em parques residenciais que não tenham nem 50m2 de terreno plano onde se possa jogar à bola. Não acredito em parques onde não se possa descansar, falar ou ler um livro confortavelmente sentado num banco de jardim. Não me parece razoável também que numa zona onde há tantas crianças entregues a si próprias, se façam pontes tão altas ou lagos com ½ metro de profundidade (sim vai haver crianças de 2 e 3 anos por lá provavelmente acompanhadas por outras de 5 ou 6 anos).

Corro o risco de estar a ser injusto e espero estar completamente errado, mas parece-me que o Parque Oeste foi concebido mais para encher o olho de potenciais compradores de casa na Alta de Lisboa do que para ser vivido por quem lá habita.

Nota: Para esclarecer algumas dúvidas há dois meses enviei um e-mail à Arquitecta responsável pelo Parque não obtive qualquer resposta.

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sexta-feira, 28 de julho de 2006

Inauguração do Parque Oeste

Para complementar a informação do Pedro Veiga , a inauguração é amanhã, dia 29 de Julho, a partir das 10h30, durante o dia vai continuar a festa. A festa vai ter entre outras animações, máquinas de bolas de sabão, bonecos animados, ilusionismo, modelação de balões.

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Parque Oeste

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Amanhã abre ao público!

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domingo, 16 de julho de 2006

O carro eléctrico de Lisboa



Da rede carros eléctricos da Carris que serviam Lisboa há umas décadas atrás, já poucos sobram. O 28, que liga o Cemitério do Prazeres, junto ao Bairro de Campo de Ourique, ao Martim Moniz, passando pela Baixa, Sé, Alfama, Graça e Av. Almirante Reis, é talvez o mais emblemático de todos, e, por ser cada vez mais uma atracção turística, dificilmente será substituido pelos pequenos autocarros que a Carris já tem posto a circular.

Continuar a lerMas é injusto atribuir apenas interesse turístico ao eléctrico. É um transporte verdadeiramente útil à população que reside nos bairros contíguos ao seu percurso, e a lentidão de que é acusado deve-se mais a problemas de trânsito do que à velocidade máxima que atinge.

Na rua da Conceição, por exemplo, um percuso de 100 metros pode levar cerca de 10 minutos a ser feito. Muitos automóveis que estão atrás do eléctrico ultrapassam-no na ânsia de chegar mais cedo ao semáforo verde. Nos cruzamentos da baixa é também frequente ficarem carros retidos pelos engarrafamentos, não permitindo a fluidez na perpendiculares. Outras vezes são carros mal estacionados que impedem a passagem do eléctrico (visível no video), ou uma carrinha de transportes que atrasa em minutos o cumprimento do horário previsto.



Apesar disto, o eléctrico continua a ser para mim, a par dos cacilheiros de convés aberto que atravessam o Tejo, o transporte mais bonito que Lisboa tem.

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terça-feira, 11 de julho de 2006

País corrupto ou país esquecido?

Em Fevereiro de 2006 o Vereador José Sá Fernandes denunciou uma tentativa de corrupção de que fora alvo por parte do sócio principal da empresa Bragaparques, no âmbito do processo Feira Popular-Parque Mayer.

Na altura saltaram para o palco inúmeros actores e ex-actores da CML jurando a pés juntos que nunca em décadas de desempenho público na CML tinham visto tal coisa. "Corrupção na câmara? Nunca!". O vereador Sá Fernandes tentou conhecer a relação exaustiva de todos os contratos e negócios entre a autarquia e a Bragaparques, de todas as deliberações camarárias e de todos os processos em curso que envolviam a Bragaparques com a CML, mas o pedido foi chumbado pela maioria camarária. Consideraram que tal curiosidade punha em causa a idoneidade e seriedade de toda a CML e dos seus 10000 (dez mil) funcionários.

Os meses passam e nunca mais se falou disto. Porque será?

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Tertúlia - Criação de Associação Cívica de Moradores da Alta de Lisboa

Dando sequência ao post efectuado pela Ana Louro no Blog Viver na Alta de Lisboa, Movimento de cidadãos/moradores para a criação de uma associação no Alto do Lumiar, vimos desta forma convidar para uma tertúlia informal todos os vizinhos interessados em dar andamento a uma iniciativa que vise a criação de uma associação civíca de moradores da Alta de Lisboa*.

*Zona ao abrigo do PUAL (Plano de Urbanização do Alto do Lumiar)

Data: Sábado, 15/07/2005, às 10H30M
Local: Parque das Conchas (Junto ao Lago)
Temas a discutir:

- Apresentação da iniciativa - 30 minutos
- Discussão livre - 1 Hora
- Definição dos próximos passos - 30 minutos

São todos bem vindos para se juntarem a nós...


[recebido por email]

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segunda-feira, 10 de julho de 2006

Ministério Público acusa familiares de um aluno por agressão a duas professoras

Numa escola do Lumiar
Ministério Público acusa familiares de um aluno por agressão a duas professoras
10.07.2006 - 15h30 Lusa

O Ministério Público (MP) acusou os familiares de um aluno da escola básica do primeiro ciclo nº 77, no Lumiar, que agrediram em Junho duas professoras daquele estabelecimento de ensino, disse fonte do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

O inquérito instaurado pelas agressões a duas professoras "terminou com dedução de acusação" e durou menos de um mês a concluir.

Os factos ocorreram a 9 de Junho e envolveram "familiar ou familiares" de um aluno daquela escola (EB1 S. Gonçalo).

O inquérito foi dirigido por um magistrado do DIAP de Lisboa, coadjuvado pela divisão de investigação criminal da PSP de Lisboa.

A agressão aos professores, dentro do estabelecimento de ensino, levou na altura os colegas destes docentes a encerrarem a escola durante dois dias por falta de segurança.

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sexta-feira, 7 de julho de 2006

Passeio clandestino no Parque Oeste



Está para breve a abertura ao público deste parque, construído de raiz. Hoje aproveitei uma aberta na vigilância do parque e entrei pacificamente para tirar umas fotografias. O Parque está com muito bom aspecto, com a relva viçosa, as árvores a reagir bem ao novo ambiente. Dá prazer passear por lá, mas continuo a achar que fazem falta mais bancos para sentar, com encosto, de preferência, para se poder contemplar refasteladamente o verde das árvores e o chilrear dos passarinhos.



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Uma das grandes necessidades da abertura do Parque Oeste é possibilidade de atravessar a pé ou de bicicleta da zona Norte para a zona Sul da Alta de Lisboa sem ter de percorrer todo o caminho até ao Complexo Desportivo. Uma das particularidades do Parque é ser atravessado pelo caminho pedonal que irá unir os pontos desde o Montinho de S. Gonçalo, a Norte, e a Rotunda Sul, perto da futura malha 5, o empreendimento projectado pelo Arq. Tomás Taveira. O caminho está porém inacabado, tendo sido a obra já adjudicada pela CML mas ainda não iniciada.






No entanto,
a fronteira do Parque Oeste com a zona Sul da Alta de Lisboa está reservada para a futura malha 6, ainda inexistente, mas o próximo empreendimento a ser lançado pela SGAL. O caminho pedonal acaba num monte de terra, junto ao futuro estaleiro, e para que a mobilidade seja uma realidade é necessário mais algum tempo de obras.




O Parque tem também muitas zonas extensas sem qualquer banco ou árvore. Num dia de Sol tórrido será pouco provável a utilização destes espaços. Irão colocar alguma infraestrutura ainda?








Os lagos apresentam uma cor muito apelativa.








A pérgola será certamente um local agradável e convidativo nos dias de Sol intenso. Ainda não percebi se a estrutura metálica ficará coberta de plantas trepadeiras. Se assim for o efeito será muito interessante.










Este parque tem muitos caminhos que não serão práticos para quem apenas o quer atravessar. Mas só a abertura ao público irá confirmar a necessidade dos bancos, da iluminação nocturna, e se estes caminhos desenhados no AutoCad não terão como irmãos alguns trilhos marcados na relva pelo caminhar de quem sabe que é a recta a distância mais curta entre dois pontos.










Outra questão que mais cedo ou mais tarde terá de ser discutida a sério é a viabilidade de ter extensões de relva tão grandes sem quaisquer sombras que mantenham a frescura e humidade do solo, exigindo uma rega abundante para as manter verdes. É um gasto de água excessivo e supérfluo num país com tantos problemas de seca nos meses mais quentes. Já li algures que a água utilizada nas regas deste parque vem toda dos laguinhos, mas ainda não percebi de onde vem a água dos laguinhos.




A par do Parque Oeste, também os Jardins de S. Bartolomeu estão prestes a ser inaugurados e os primeiros habitantes a poderem começar a viver também na Alta de Lisboa. Será importante para o preenchimento desta zona, para mexer com o comércio, para haver mais gente na rua, para que todo este projecto se torne mais próximo de uma cidade humanizada e menos de um estaleiro com malhas urbanas isoladas, guetos expectantes e desconfiados uns dos outros. Seja como for, e apesar de toda a recessão económica, estagnação do mercado imobiliário, é impressionante a evolução que teve esta zona no espaço de um ano.






O meu passeio terminou quando o jardineiro responsável pela inviolabilidade actual do Parque me abordou. Pedi-lhe desculpa por não ter resitido a fazer esta precoce visita e tivemos depois uma muito afável conversa enquanto caminhávamos para a saída. Fiquei a saber que é morador do bairro há mais de 40 anos, o que lhe dá maior capacidade para resolver situações menos agradáveis. Perguntei-lhe se iria continuar a trabalhar no parque depois de aberto ao público e disse-me que ainda não tinha a certeza mas que gostaria muito. Espero bem que sim. Esta transformação da cidade só faz sentido se souber integrar saudavelmente os recursos humanos disponíveis na zona.

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quarta-feira, 5 de julho de 2006

Os choupos do Parque Oeste - continuação


Parece que os choupos que havia para serem abatidos já o foram. Os que restam serão preservados e integrados no Parque Oeste. Pelos menos foi essa a informação recolhida juntos de alguns trabalhadores da obra.

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A faixa do Parque Oeste contígua ao Eixo Norte-Sul terá uma superfície de água muito maior do que a do parque já existente. Para a construção desse grande lago estão a ser feitas neste momento grandes escavações e tiveram de abater os choupos.

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sábado, 1 de julho de 2006

Movimento de cidadãos/moradores para a criação de uma associação no Alto do Lumiar


De forma a que os cidadãos que habitam na zona de intervenção do Plano de Urbanização do Alto do Lumiar (PUAL) possam ser tomados em consideração pelas diversas entidades com responsabilidades sobre o PUAL, sou de opinião de que é de algum modo necessária a criação de uma associação que congregue aqueles que se tenham mobilizado já por diversos motivos e assuntos relacionados com a nossa vivência no "novo" Alto do Lumiar bem como todos os outros interessados.

Como cidadã tenho sentido a minha acção um pouco limitada. Não vejo praticamente resultados dos envios de mensagens para o email do munícipe nem de outros contactos, mesmo que com respostas do tipo "irei de imediato verificar o que se passa" (estou-me a referir a uma resposta, já com vários meses, da vereadora Marina Ferreira, sobre a ausência da marca rodoviária vulgarmente chamada passadeira para peões, na Rua Helena Vaz da Silva, junto ao cruzamento do acesso ao Parque das Conchas).

Prevalecem situações de degradação do espaço público, falta de limpeza de algumas ruas e canteiros, falhas de informação e de sinalização e faltas de respeito pelas básicas necessidades dos munícipes que escolheram esta zona para morar (acessos pedonais condignos em algumas zonas, abrigos em paragens de autocarros, sistemas de transportes colectivos em integração com as mobilidades suaves que afirmem os princípios do desenvolvimento sustentável, creches/jardins de infância suficientes para os filhos de novos e antigos residentes, entre outras).

Independentemente do facto de já existirem inúmeras associações de vária índole e com actividade importante desenvolvida nesta renovada área da cidade de Lisboa, gostaria de lançar aqui a ideia, que não é exclusivamente minha, para a criação de uma associação de defesa da qualidade de vida no Alto do Lumiar.

Tenho falado informalmente com algumas pessoas sobre este assunto, mas gostaria também aqui, neste espaço previlegiado de contacto e debate, permitir um feedback das pessoas que escrevem nos diversos blogs, sites e portais relacionados com a nossa urbanização bem como todos os visitantes e comentadores dos mesmos e que aqui no Alto do Lumiar têm interesses.

Do meu ponto de vista não se trataria de uma associação de moradores tout cour, de que se tem falado neste e noutros fórum, mas sim de uma associação de defesa da qualidade de vida, como disse, e da cidadania e participação pública. Mas obviamente que os interessados em constituí-la, dar-lhe corpo e integrá-la definirão no lugar e tempo oportuno o seu objecto.

O movimento de que falo em título na realidade não existe, nem com aquela nem com outra designação qualquer, embora esteja a "congregar" já algumas pessoas interessadas há razoável tempo na criação de uma associação, sendo no entanto fruto de contactos informais muito recentes, como disse, sendo ele próprio de carácter bastante informal, ainda.

(a foto é apenas ilustrativa, não estando directamente relacionada com este assunto)

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sexta-feira, 30 de junho de 2006

Centro de Atendimento ao Munícipe

O Centro de Atendimento ao Munícipe da Câmara Municipal de Lisboa, para situações urgentes, sugere que se entre em contacto através da sua linha azul, disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano, pelo 808203232, preferencialmente fora dos picos de atendimento (10.00h / 13.00h e 14.00h / 17.00h).

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Lisboa caótica (29 de Junho de 2006)

Observem bem as diferenças entre estas duas imagens:

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Lisboa, Av. Eng. Krus Abecassis, 25 de Junho de 2006

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Lisboa, Av. da República, 29 de Junho de 2006

Private cars are responsible for 12% of fine particulate matter in the air. These tiny particles penetrate deep into our lungs and on average shorten the life expectancy of each EU citizen by nine months.
Private cars are responsible for 10% of the EU's CO2 emissions, which drive climate change.
Private cars kill and maim. In 2002, more than 20,000 people were killed in the EU-15 in traffic accidents involving cars or taxis. Hundreds of thousands were injured.
Stavros Dimas
Member of the European Commission, responsible for Environment
(http://www.mobilityweek-europe.org/IMG/pdf/stavros_dimas.pdf)

O excerto deste discurso aplica-se bem a Lisboa, sobretudo numa manhã sem metropolitano devido a uma greve.
Andando pelas ruas ouvem-se milhares de queixas de quem se desloca de casa para o emprego. Pelo caminho ouço este desabafo enquanto espero pelo sinal verde dos peões no Campo Grande, na zona do viaduto da 2.ª circular: “Eles querem tudo! Têm emprego e ainda por cima têm a lata de fazer greve. Não há direito! Eu que ganho mal nunca fiz greve, só trabalho!”. Mais adiante, após um extenuante caminhar entre o Lumiar e o Campo Pequeno com passagem pela Cidade Universitária, resolvo apanhar um autocarro da carris para dar um pouco de descanso aos meus pés. Atravesso a lateral poente da Avenida da República ziguezagueando entre os milhares de automóveis engarrafados e, num ápice, entro dentro do autocarro 83. Pensei que a célebre faixa bus criada no tempo da presidência do Eng. Kruz Abecassis poderia ser favorável ao escoamento dos transportes públicos! Tudo errado! Nestes dias nada funciona! Demorei quase 20 minutos entre o Campo Pequeno e o Saldanha! Dentro do autocarro o ambiente era pesado e estava tenso com a discussão entre uma grávida e uma velhinha que disputavam um lugar sentado. Outras conversas versavam em torno dos aumentos das tarifas, das dificuldades da vida e por aí fora. Tudo isto ao ritmo do penoso pára e arranca. Perdi a paciência e com muita luta consigo sair do apinhado 83 em pleno Saldanha. A pé é mais rápido, pensei. E assim foi. Em cerca de 15 minutos de caminhada cheguei ao Marquês de Pombal. Entretanto o metro tinha aberto as suas portas e desci na esperança de apanhar um comboio no sentido do Largo do Rato. O comboio acabou por aparecer depois de quase 20 minutos de espera. É Lisboa uma cidade sustentável e saudável?

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quinta-feira, 29 de junho de 2006

As árvores do Parque Oeste



Nos trabalhos da 2ª fase do Parque Oeste são necessários movimentos de terra para fazer a passagem superior que ligará a pista de Atletismo Moniz Pereira, a Norte da Av. Krus Abecassis, à continuação do já existente Parque Oeste a Sul da mesma avenida e a Este do Eixo Norte-Sul. Cardealmente confusos?

Orientem-se aqui


Mas as árvores que estão na primeira fotografia resistirão à 2ª fase do Parque Oeste? Estão incluídas no projecto? Ou terão de ser abatidas para a construção da tal passagem por cima da Av. Krus Abecassis? Algumas já foram infelizmente cortadas, mas não sabemos se por razões fitosanitárias ou por implicações com a obra. Seria uma pena se o projecto da Arq. Isabel Aguirre não tivesse previsto a preservação as árvores já existentes no terreno e que levaram tantos anos a crescer.

Vamos aguardar nos próximos dias para ver o que irá acontecer. Ou alguém acha que se devia fazer qualquer coisa antes que seja tarde demais?

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Emergência médica tem dificuldades...

na localização das ocorrências nas zonas novas das cidades. Na "Alta de Lisboa", em particular, os locais de referência não estão inseridos nem em sistemas de GPS nem sequer em meros roteiros.
Recordo-me que quando vim morar para o Alto do Lumiar, há cerca de 2 anos, encontrei um carro de bombeiros completamente perdido na actual Rua Helena Vaz da Silva. Mas parece que isto continua a ocorrer, nomeadamente com ambulâncias do INEM.
Quem necessita de urgência na resposta da emergência médica ou de outra não pode correr riscos pela ausência de um sistema de orientação que já deveria existir.
Falha no Plano de Urbanização? Parece que a "cartografia da área" estaria prevista.
Desconhecimento da autarquia? Certamente que não.
Será assim tão difícil colocar placas orientadores nas nossas ruas? Se calhar é, pois nem passadeiras ainda temos em alguns locais (e há bem pouco tempo nem passeios provisórios havia noutros).
Qual a solução para que as entidades responsáveis sejam chamadas a agir em função de todas estas necessidades?

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quarta-feira, 28 de junho de 2006

Completa-se hoje um mês e dez dias desde a visita do vereador António Prôa ao parque infantil na Rua Adriana de Vecchi, efectuada a 18 de Maio, e que nos levou a decidir pela anulação da acção de limpeza que tínhamos agendado (em resposta ao mote lançado aqui pelo Tiago).
Parece-nos que terá sido a CML a efectuar alguma da limpeza observada no dia 27 de Maio:

Fotos: Ana Louro

Mas, para além disso, o portão continua caído e o estado de degradação mantém-se:

Foto: Rodrigo Bastos
Será para quando a requalificação dos canteiros e reparação das anomalias deste parque infantil por parte da SGAL e a sequente recepção pela autarquia?
Seria preferível o seu encerramento até a situação estar resolvida?
Este é certamente um caso localizado, mas demonstra bem alguma falta de coordenação existente entre as entidades responsáveis pelo desenvolvimento do Plano de Urbanização do Alto do Lumiar, nomeadamente a SGAL e a UPAL.

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segunda-feira, 26 de junho de 2006

Outra perspectiva do Parque Oeste



Uma vista diferente da que estamos habituados deste Parque que tarda em abrir ao público, apesar de já entregue à CML. Claramente procura-se dar tempo à flora para se adaptar e fortalecer antes de ser exposta a uma utilização frequente. O caminho pedonal está ainda por fazer mas irá ser concluído e ligado à zona Sul da Alta de Lisboa, passando a ser utilizável mesmo durante as obras da futura malha 6, entre o Parque Oeste e o Condomínio da Torre, o que será importante para a mobilidade pedonal entre os dois polos.

Ver mais fotografias






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sexta-feira, 23 de junho de 2006

E antes disso, no Sábado...

O post anterior da Ana fez-me lembrar que, de repente, já estamos no dia 23! E hoje e amanhã, antes das bicicletadas de Domingo, há mais coisas para nos entretermos. Gira tudo à volta do projecto "Memórias ComVida" que pretende mostrar ao público a história dos Bairros e Quintas preexistentes ao Plano Urbanístico do Alto do Lumiar e à SGAL.

Memórias com Vida
O local escolhido para a exposição é o Parque das Conchas. Quase todos, hoje, o consideramos o ex-libris da Alta de Lisboa, mas já no passado, quando ainda era a Quinta das Conchas, ou apenas a "mata", tinha especial importância para os bairros e pessoas da freguesia do Lumiar. É para sabermos estas coisas, para conhecermos bem o sítio em que moramos, para ao passarmos pelas ruas, por enquanto em obras, sabermos que histórias se escondem por baixo deste betão todo, que recomendo a visita.

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Para saberem mais sobre este evento fica em baixo o Comunicado de Imprensa.

Memórias ComVida no Alto do Lumiar

Nos próximos dias 23 e 24 de Junho, pelas 16h00, a Quinta das Conchas e dos Lilases (Alameda Linha de Torres, Lumiar) acolhe a primeira actividade do «Projecto de Recolha de Memórias do Alto do Lumiar» – denominada Memórias ComVida –, promovida pelo Grupo de Parceiros* da Alta de Lisboa-Lumiar.

Este Projecto pretende mostrar ou lembrar à população local os aspectos mais positivos e gratificantes da zona, recuperando a História dos Bairros e Quintas preexistentes ao «Plano Urbanístico do Alto do Lumiar», as suas memórias, o que tinham de bom e continuam a ter e as suas potencialidades. Nesta medida, visa promover a criação de laços comunitários e o sentimento de pertença a esta nova realidade urbanística da cidade de Lisboa.

Conhecer as raízes, as origens e a cultura do local é um bom ponto de partida para melhor se poder apreciar o subsequente crescimento, a inovação e o desenvolvimento económico e social emergentes no Alto do Lumiar.

A recolha de memórias foi realizada por crianças, jovens e adultos – ex-moradores daqueles bairros e quintas –, que reuniram FOTOGRAFIAS, TESTEMUNHOS, HISTÓRIAS DE VIDA e realizaram, com o apoio dos técnicos das instituições, a CONSTRUÇÃO DE MAQUETAS, VÍDEOS, entre outros produtos.

A Quinta das Conchas, ou “a mata”, encontra-se intimamente ligada à Memória distante e presente dos bairros e pessoas da Freguesia e, por isso, é o espaço ideal para congregar todos os públicos e permitir a participação de todos.

O Programa da festa «Memórias ComVida» integra Exposições (uma alusiva às referidas memórias e outra a “Lisboa: Um Século a LimpARTE”), Marchas Populares [23 Jun., 16h] e actividades lúdicas e culturais, como a dança, música e o teatro, promovidas por instituições locais [Espectáculo: 23 Jun., 21h00. Animação de rua: 24 Jun., 15h00].

Na Alta de Lisboa foram realojadas recentemente (maioritariamente em 2000 e 2001) cerca de 10.000 pessoas, oriundas dos bairros da Cruz Vermelha, Musgueira Sul, Musgueira Norte, Quinta Grande, Quinta do Louro, Quinta da Pailepa e de outros locais de Lisboa. Nesta zona, que corresponde ao Projecto Urbanístico do Alto do Lumiar, estima-se que a população a residir em habitação social venha a ter um peso de apenas 10% a 30% do total de habitantes previstos (cerca de 60.000 pessoas). Trata-se de uma zona em expansão e renovação urbana que, no final dos anos noventa, constituía a maior concentração de barracas e outros alojamentos precários da cidade de Lisboa.

*Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar. Câmara Municipal de Lisboa: DAS/DISASC/ECO do Lumiar, DAS/DISASC/NID, DHURS/DSES/GPIC. Centro de Artes e Formação da Junta de Freguesia do Lumiar (CAF/JFL). Centro de Acolhimento Infantil do Bº. da Cruz Vermelha da Santa Casa (CAI BCV/SCML). Centro de Saúde do Lumiar. Centro Social da Musgueira. Direcção Norte da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Fundação Obra do Ardina. Gebalis — Gabinete da Alta Sul. Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária (ISU) e o Programa K’Cidade da Fundação Aga Khan Portugal.

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quinta-feira, 22 de junho de 2006

Este Domingo, dia 25...

originally uploaded by Ana Louro

poderá optar entre as seguintes iniciativas:

VII Convívio de Cicloturismo do Lumiar, organizado pela Associação Recreativa Pescadores da Musgueira Norte, com início às 9:00 horas na Junta de Freguesia do Lumiar (Tel.: 217530503, 217541350), com almoço e lembranças (inscrição gratuita)

Passeio de bicicleta na Alta de Lisboa (último domingo de cada mês), promovido por este blog, com início às 10:00 horas junto ao pequeno parque situado no cruzamento do Parque das Conchas com a Rua Helena Vaz da Silva (não é necessária inscrição)

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sexta-feira, 16 de junho de 2006

Parque Oeste (2.ª fase)

Segundo o que se observa do eixo Norte-Sul parece que a construção da 2.ª fase do Parque Oeste já começou. Todos os dias se observam máquinas a preparar o terreno para instalar as infraestruturas do parque. As fotografias mostram as áreas que estão a ser transformadas.


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Parque Oeste, visto do eixo Norte-Sul (15 de Junho de 2006)

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quinta-feira, 15 de junho de 2006

Descida do Eixo Norte-Sul em bicicleta




Este é o primeiro home made video aqui do Viver. Aproveitando o feriado para passear de bicicleta, aqui fica o registo da descida do Eixo Norte-Sul, passando pelo túnel da Ameixoeira.

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Sondagem - Sabendo o que sei hoje sobre a Alta de Lisboa



Terminou a sondagem ao estado de espírito dos visitantes do blog sobre a vida na Alta de Lisboa. Sem qualquer pretensão científica ou sociológica, dada a amostra não representativa do universo de moradores, podemos no entanto constantar que a larga maioria dos inquiridos não está arrependida de ter comprado casa na Alta de Lisboa. Se juntarmos aos que ainda estão para vir, temos 72% das pessoas a preferir a Alta de Lisboa às alternativas possíveis em Lisboa. Pelo quadro calcula-se em 29% os que responderam estar arrependidos ou preferir outra zona da cidade para morar. Os 101% são obviamente consequência dos arredondamentos à unidade.

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terça-feira, 13 de junho de 2006

Bancos com poemas



São estes os recentemente inaugurados oito bancos de pedra com versos de oito poetas, um por cada país lusófono. Para além de Fernando Pessoa, podemos encontrar nestes bancos poemas de Mia Couto (Moçambique), Pascoal D’Artagnan Aurigemma (Guiná-Bissau), Xanana Gusmão (Timor-Leste), Arlindo Barbeitos (Angola), Francisco José Tenreiro (São Tomé e Príncipe), Manuel Bandeira (Brasil) e Corsino Fortes (Cabo-Verde). Podem ser lidos e sentados no espaço verde público criado entre o Parque das Conchas e a R. Helena Vaz da Silva.

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