sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Parece que foi ontem
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Tiago
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Eixo Norte-Sul congestionado?
Segundo fonte do CDS-PP ao Destak, a situação no novo troço (Lumiar/CRIL) por vezes é «caótica», sendo que há carros que o fazem a 140 km/hora, para depois serem obrigados a travar abruptamente em zonas como a Calçada de Carriche.Os deputados lembram que, num mês, o último troço do Eixo Norte-Sul foi atravessado por 640 mil viaturas, o que o torna uma das vias mais utilizadas no País, e frisa que, do seu início até à zona do Lumiar, tem-se verificado «desrespeito reiterado» da velocidade, bem como congestionamento grave, nos dias úteis e de manhã, em todas as vias de acesso ao Eixo N-S e acessos e saídas da Segunda Circular.
O tempo anteriormente gasto para sair da zona de Carnide, Telheiras e Lumiar «multiplicou».
Não sou eu que o digo, é a notícia que saiu hoje no Destak. Caros leitores, confirmam isto? Que balanço fazem do novo troço do Eixo Norte-Sul, 40 dias depois da sua inauguração?
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Tiago
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Urban Nature
Parece-me um bom desafio a lançar aos moradores da Alta de Lisboa. Andar de máquina na mão, procurando pormenores, enquadrando ruas e espaços. Fica para breve. Até lá o desafio é outro: o concurso fotográfico promovido K'Cidade, subjacente ao tema das Memórias com Vida. As inscrições terminam no dia 30 deste mês.
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Tiago
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Interlúdio
É também muito estimulante sentirmos que todo este trabalho, alimentado pela energia e vontade de participação dos leitores (porque este blog não é só um exercício académico fechado em si próprio), começa também a ser tido em conta por quem tem o poder de decidir os destinos da cidade. Acreditamos em tempos novos, tempos de mudança, em que as pessoas possam participar efectivamente no debate da cidade, possam intervir e exigir correcção nas decisões dos eleitos durante os mandatos, mesmo sem estar ligadas a um partido político ou organização qualquer reconhecida no papel, não reduzindo a sua participação ao cruzar um boletim de voto.
E por sermos livres e felizes assim, fazemos deste blog um espaço multifacetado, para muitos gostos e prazeres. Por isso aqui fica então um videozinho, não produzido pelo CanaLta 17b, mas transmitido, que pode servir para inúmeras discussões ou para coisa nenhuma. Vejam, divirtam-se, e tenham uma boa terça-feira!
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Tiago
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domingo, 18 de novembro de 2007
Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada
As vítimas da Estrada são todos os que lá morrem, os que perdem entes queridos, os que matam por incúria, e os que matam por erros de traçado ou sinalização. Não devia ser necessário um Dia Mundial por esta causa. Não devia ser necessário um Dia Mundial por nenhuma causa. Nos restantes 364 dias do ano esta devia ser uma preocupação de todos.E como não é só nas estradas que se morre de automóvel, mas também nas ruas das cidades, aproveitamos para fechar a nossa sondagem sobre as passadeiras sobreelevadas. Porque as cidades devem ser seguras e integrar soluções urbanísticas que minimizem o erro humano, seja a velocidade excessiva, um sinal vermelho não respeitado, ou uma distração de um peão que atravessa fora do local apropriado. O desenvolvimento cívico é necessário, mas estamos ainda muito longe de podermos apontar essa falha como a única responsável por tantas mortes inesperadas.
A sondagem apurou que 64% dos leitores deste blog concorda com a colocação de passadeira sobreelevadas na Alta de Lisboa, 23% prefere semáforos, e apenas 13% se sentem seguros apenas com passadeiras pintadas no chão.
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Tiago
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Os mesmos duas vezes
De acordo com o Portugal Diário, "A conclusão do troço final da CRIL permitirá desviar do eixo norte-sul 40 mil carros por dia e outros 12 mil da calçada de Carriche, segundo uma apresentação das Estradas Portugal, divulgada hoje na cerimónia de assinatura do contrato."
Há coisa de um mês, noutra cerimónia de circunstância e pompa (desta vez mais merecida - assinalava-se a conclusão de uma empreitada e não a aposição de autógrafos num contrato de prestação de serviços) o presidente da mesma empresa pública citado pelos jornais, afirmava que 22.500 veículos seriam desviados da 2ª Circular para o Eixo Norte-Sul.
Neste pingue-pongue de tira e põe, nesta contabilidade de vasos comunicantes, neste autista e interesseiro modo de apresentar as vantagens, fica-se com a sensação que, se a CRIL retira à Norte-Sul mais veículos que esta retirou à 2ª Circular, então a Norte-Sul perderá a sua relevância como descongestionadora do trânsito da 2ª Circular - principal argumento apresentado na sua inauguração, se não me falha a memória, para justificar a construção deste último troço. Perdendo esta relevância, então bastaria ter-se concluído a CRIL para libertar o trânsito da 2ª Circular, complementando-se esta obra com a ainda adiada Av. Santos e Castro.
Ou seja, um bocadinho mais de atenção e menos inércia mental teria poupado alguns euros ao erário público.
É uma chatice ver o tempo confirmar os nossos argumentos quando já não há hipótese de defenestrar pela janela da história o "medonho" que nos colaram à janela.
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Pedro Cruz Gomes
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
A reunião
A reunião realizou-se com Pedro Soares, Coordenador do Gabinete do Vereador do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde.
Na primeira parte da reunião foi-nos comunicado que medidas tenciona o Vereador adoptar para o Parque Oeste:
1º Colocação de uma malha de protecção junto às bermas do lago, que ficará submersa, acautelando quedas involuntárias de pessoas e objectos, facilitando também a saída da água, em caso de acidente.
2º Enrocamento das margens dos lagos, como forma dissuasora de aproximação à água.
3º Ainda em fase de estudo, prevê-se contornar os lagos com um pequeno murete que delimite os espaços e previna acidentes.
4º Reforço da sinalética existente, proibindo a entrada na água.
5º Estudo da instalação de um armazém central de jardinagem donde partirão todas as equipas de jardineiros que tratam dos espaços verdes desta zona de Lisboa, pretendendo-se com isto aumentar a frequência do espaço.
6º Promoção junto de entidades privadas ou associações do bairro para explorar um bar/esplanada no Parque.
O Viver concordou com a proposta da Vereação e propôs como medidas adicionais:
1º Instalação de bancos com encosto que, pela sua comodidade, convidem os visitantes a uma estadia mais prolongada.
2º Instalação de um parque infantil como modo de atrair crianças e suas famílias.
3º Instalação de equipamentos desportivos (campo de futsal, basketball, pista de skate) que atraiam e ocupem a população adolescente.
4º Retomar o modelo de vigilância inicial, entretanto abandonado pelo Vereação anterior, com pessoal contratado no bairro, mais eficaz na prevenção do vandalismo ou da utilização perigosa dos espaços.
5º Instalação de iluminação que garanta a segurança no atravessamento e utilização do Parque.
Estas propostas foram debatidas tendo encontrado bom acolhimento por parte do Coordenador do Gabinete. Algumas delas não são economicamente difíceis de concretizar, como a aplicação dos bancos, dos equipamentos desportivos e infantis; outras, como a iluminação nocturna, exigem um esforço financeiro mais difícil nestes momentos de debilitadas economias camarárias. Outras ainda, como a implantação do bar/esplanada, dependem da vontade, competência e energia de quem agarrar a ideia.
Acompanharemos de perto o evoluir da aplicação destas medidas. O Parque Oeste tem vindo a ser recuperado aos poucos de todo o abandono a que foi votado desde o início de 2007, e seria uma pena e desperdício não aproveitar este esforço para introduzir as alterações necessárias que o tornem mais usufruível.
No entanto, é importante que algumas destas medidas sejam aplicadas em simultâneo, dado funcionarem em simbiose. Sem os equipamentos desportivos e de mobiliário urbano que atraiam visitantes ao parque, a exploração do bar/esplanada pode ficar comprometida. O Armazém Central de Jardinagem ficará demasiado vulnerável sem vigilância nocturna.
Louvamos a atitude demonstrada pelo Gabinete de José Sá Fernandes, procurando conhecer a opinião dos moradores e agradecemos desde já o eco que as nossas propostas tiveram, dando-nos uma fundada esperança nas possibilidades reais de participação que a população pode ter na evolução da cidade.
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Tiago
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Mas afinal que cidades querem?
É compreensível o sucesso destes centros comerciais. Uma grande concentração de lojas, grande variedade de oferta, temperatura amena faça chuva ou faça sol, sensação de segurança. A rua, nestes critérios, perde para a maioria das pessoas. É excusado moralizar aqui os novos hábitos consumistas da população que antes passeava na Baixa para ver montras e ir às compras e agora vai de automóvel ao Colombo ou Vasco da Gama. Por razões óbvia, já apontadas.
A consequência para a cidade, porém, não parece ser a melhor. Não existe mais população, ou seja, esta nova oferta comercial, em muitos casos, não complementa a anterior, substitui-a. As ruas outrora frequentadas ficam agora desertas, o comércio local fecha por falência ou muda-se para um shooping. E ruas sem gente são ruas menos seguras, as pessoas por isso evitam-nas, preferem assim usar o automóvel, num aparentemente irreversível círculo vicioso. É surpreendente que o estudo citado na notícia dê conta de uma recuperação do comércio de rua, apesar do aumento de centros comerciais.
Mas o que fazer para contrariar esta tendência, numa sociedade de mercado livre? Torná-lo menos livre, legislando e proibindo grandes aglomerados de comércio? Exigir dos donos destes Centros Comerciais contrapartidas no espaço público? Deixar tudo como está e esperar mais trinta anos para ver o que acontece ao resto da cidade?
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Tiago
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Petição pelos CTT na Alta de Lisboa
Se sente falta de uma repartição dos CTT na Alta de Lisboa, zona urbana já com cerca de 20.000 moradores, deixe o seu nome na caixa de comentários.
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Tiago
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
Boleias
Uma boleia é menos um carro na cidade, menos um estacionamento, menos uma despesa em gasolina. Num burgo tão pequeno como Lisboa, é inacreditável que a partilha de carros não seja mais frequente. No meu prédio, por exemplo, há 2 ou 3 pessoas que trabalham na CML. E todos os dias saem 3 carros da mesma garagem com o mesmo destino. Não seria melhor alternar? É preciso mais alguma coisa para além de quebrar a inércia e organizar um esquema? Até dentro do pequeno núcleo familiar não é prática corrente e seria, em muitos casos, simples de implementar.
Há tempos soube deste site que faz esse trabalho de organização para viajens mais longas, que não são rotinas diárias. Mas parece-me a mim que o que é habitual será ainda mais fácil de institucionalizar.
Nem de propósito, recebi também por e-mail um alerta para esta reportagem sobre partilha de transporte ou car pooling, como lhe chamam. É um estudo interessante, vale a pena ver.
Em alguns países existem também vias dedicadas a carros com mais de 2 ou 3 passageiros. Mais um incentivo - a fluidez no trânsito - para além dos argumentos económicos e ecológicos a favor da partilha de carros.
Nós lá em casa partilhamos o carro em parte do trajecto de ida para o trabalho. Depois sigo de transportes. Confesso que demoro mais tempo assim do que se fizesse todo o trajecto de Metro. Mas também me agrada a companhia, por 15 ou 20 minutos, depois das correrias da manhã. E este é mais um ponto que poderiamos todos considerar, também: passar um pouco mais de tempo com quem gostamos.
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Unknown
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Parque Infantil - Rua Adriana de Vecchi

falta generalizada de limpeza,
ausência de ligação à rede de um bebedouro, são as queixas de quem espera e desespera por não ver à sua volta o ambiente urbano prometido tanto pela publicidade institucional como pela expectativa que gera viver numa cidade do primeiro mundo.
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Pedro Cruz Gomes
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domingo, 11 de novembro de 2007
Uma reunião
Num louvável esforço de audição de todas as partes, numa apreciável tentativa de auscultar opiniões, ouvir sugestões, definir soluções, decidiu o vereador Sá Fernandes organizar uma reunião no seu gabinete na passada 6ª feira dia 9 com algumas das entidades com intervenção nesta zona da cidade. Este blog foi um dos convidados.

Infelizmente, o espaço curto que mediou entre o convite e a realização do encontro - menos de 24 horas - tornou impossível a desmarcação dos compromissos profissionais que tínhamos agendados, pelo que não pudemos - com grande pena - estar presentes.
Do facto demos conhecimento, em tempo, a quem amavelmente nos convidou, apresentando datas alternativas.
Aguardamos assim, notícias. Ou da reunião havida ou da reunião a haver.
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Pedro Cruz Gomes
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sábado, 10 de novembro de 2007
Uma leve brisa na alvorada
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Pedro Cruz Gomes
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Direito de resposta
Não podemos no entanto deixar de responder a dois parágrafos do comunicado que nitidamente nos visam e ofendem na nossa honra e dignidade.
É de lastimar que este caso humano tenha sido aproveitado politicamente, para se assacarem responsabilidades, a quem, de facto, não as tem.
José Sá Fernandes não pode ser responsabilizado, pela concepção deste parque, cuja construção data do anterior Executivo, e que, ao que tudo indica – sendo essa a convicção dos próprios moradores – tem características que põe em causa a segurança de quem o frequenta.
Nunca responsabilizámos José Sá Fernandes pelas opções contemporâneas da arquitectura de Isabel Aguirre. Dois anos antes de JSF ser responsável pelos espaços verdes de Lisboa já este blog discutia e punha em causa as opções que afastariam a população do Parque Oeste, deixando-o vazio, vulnerável e inseguro.
Nunca responsabilizámos JSF de ter tomado a decisão de dispensar os vigilantes contratados no bairro para os substituir pela inútil prestação de serviços da PROSSEGUR. Este contrato foi celebrado pelo anterior presidente da CML, Carmona Rodrigues.
Os apelos feitos em relação ao Parque Oeste por este blog nunca tiveram eco nem na CML, nem na UPAL, nem na SGAL, autistas perante a opinião do utilizador dos espaços.
No entanto, quando JSF foi investido Vereador dos Espaços Verdes, pelo seu passado de participação cívica como cidadão lisboeta, a esperança de novas possibilidades de diálogo entre a população e governo da cidade aumentaram.
Ao fim de cerca de um ano de utilização do Parque Oeste, fizemos um balanço, a nossa análise e as nossas propostas. A veemência aumentou por termos conhecimento de uma série de factos invisíveis ao cidadão comum através de funcionárias municipais que operavam no Parque.
Na sequência desse balanço, fizemos uma campanha de envio de emails para JSF, Vereador dos Espaços Verdes, para que analisasse a situação e tomasse as decisões devidas. Nenhuma resposta chegou em mais de um mês. Só depois da tragédia ocorrida no passado Domingo.
Acreditamos que as cidades devem servir as pessoas que lá vivem, acreditamos que a CML, o governo da Cidade eleito pela população, tem o dever de auscultar a opinião dos munícipes. Acreditamos que os cidadãos têm o dever cívico de contribuir para a construção de uma cidade cada vez melhor para todos. Fizemos o nosso trabalho, não remunerado, por pura entrega e dedicação cívica. Alertámos a tempo e horas.
Não utilizamos a tragédia humana para fazer ataques políticos. Não fazemos ataques políticos. Condenamos más políticas, não cores políticas. Gostaríamos de condenar a não resposta do JSF aos seus munícipes apenas pela ausência de infraestruturas no parque. Infelizmente, os acontecimentos de Domingo precipitaram a indignação da população, mas também as respostas do Vereador.
A vitimização política é uma forma de defesa patética que nada contribui para o aumento da qualidade de vida das cidades. Discutam-se os problemas com frontalidade e inteligência e aceite-se a participação cívica sem desconfianças e guerrilhas políticas imaginárias. Muito tempo em gabinetes e pouco nas ruas rouba-vos lucidez.
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Tiago
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Tarde e a boas horas
Louvemos o senhor.
O Viver, contente por ver comprovada a validade das posições desde sempre tomadas por aqui, realizado por, finalmente, começar a ver satisfeito o seu pedido, espera sinceramente que esta visita seja um prenuncio da adaptação à realidade das promessas e expectativas geradas pelo então candidato durante a campanha eleitoral e que o recente atirar das queixas, chamadas de atenção e propostas dos cidadãos para uma gaveta de onde só sairam na sequência de uma situação de emergência mediática, tenha sido uma situação fruto da inexperiência de quem só agora começa e esteja completamente erradicada.Hoje, sim, a visita do Zé é um bom prenúncio. É um dia de satisfação para todos os habitantes da Alta.
É pena que se faça depois e não antes de um acidente.
Vem tarde.
Mas vem em boas horas.
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Pedro Cruz Gomes
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
O meu mundo a preto e branco
Um post-it verde para todos os muçulmanos - todos eles obviamente apostados em aniquilar a civilização ocidental. Um post-it amarelo para todos os comerciantes de fancaria oriental - todos eles obviamente apostados em levar à falência honestos comerciantes e europeus países. Um post-it vermelho para todos os habitantes dos blocos de realojamento social - todos eles perigosos atiradores de pedras e perseguidores de crianças, mandriões que só vivem dos nossos impostos, gamadores de carteiras, facínoras, escrevinhadores de paredes, destruidores de placas de parede manhosas de condomínios privados.
Uma flor-de-lis tatuada no ombro de todos os condenados pela justiça portuguesa.
Uma estrela bordada no casaco de cada membro de uma religião diversa da maioritária (incluindo agnósticos e ateus os quais, como toda a gente sabe, são os mais perigosos de todos).
Um triângulo côr-de-rosa invertido tatuado na bochecha de cada homossexual.
O cabelo rapado com uma navalha romba em todas as mulheres adúlteras.
Um chip sob a pele de todos os habitantes de bairros problemáticos para a polícia os facilmente poder identificar depois de cada desacato surgido no final de convívios em centros sociais.
Como seria bom esse mundo seguro onde poderíamos chamar a polícia sempre que um desses post-its se aproximasse perigosamente do nosso território, onde poderíamos materializar seguramente no post-it mais próximo o papão com que assustamos as nossas crianças prodígio sempre que elas se recusam a comer a sopa, onde estaríamos sempre certos na nossa opinião.
Como seria bom não termos de enfrentar os nossos medos, confrontar as nossas opiniões com a realidade ou reconhecer que nos enganamos muitas vezes, a maior parte das vezes, nas nossas apressadas e generalizadas apreciações do outro.
Agora apareceram um senhores que, não sei se por idiotice se por inteligente marketing promocional, decidiram promover um negócio de autocolantes coloridos de acordo com o cadastro de cada automobilista e com colocação obrigatória em cada viatura. Não sei se me choca mais a proposta se a apatia com que os jornalistas de todos os media a transmitiram.
Provavelmente o que me choca mais é a percepção de que, desde que não seja no seu carro, a maior parte dos meus compatriotas até está de acordo com a sua aplicação. Não é assim tão diferente apontar o dedo ao senhor do carro do autocolante vermelho de apontar o dedo ao vizinho que é diferente de mim.
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Pedro Cruz Gomes
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
The Finger
Na sequência do grave acidente ontem ocorrido, vem o Gabinete do Vereador José Sá Fernandes informar que já está em curso um processo de investigação policial, no sentido de averiguar as possíveis causas do acidente, sabendo-se que o processo encontra-se igualmente em acompanhamento na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Lisboa. Até à data desconhecem-se as condições em que ocorreu este lamentável acidente, sendo que as condições de segurança do Parque Oeste estão a ser avaliadas, por forma a serem apurados mecanismos mais eficazes de segurança de todos os utilizadores deste espaço verde da cidade.
Isto é que é actuação ATEMPADA E PROACTIVA!
Um mês depois da primeira catadupa de mails a chamar a atenção para o estado de abandono do parque - sem uma única resposta, sem uma única intervenção no terreno - vem o gabinete do senhor vereador (note-se: o "Zé" já não tem tempo para uma resposta pessoal, tão atarefado deve andar com o poder ou a ilusão dele, com as chafeanas esculturas para a Avenida da Liberdade ou com os entendimentos da coligação) responder que já está de dedo em riste à procura de culpados (pode olhar com detalhe para a própria mão: por cada dedo que aponta há três a apontar para si mesmo).
Não sei se me devo congratular com a eficácia da pressão da comunicação social (TVI à frente) ou com o desprezo pelo "povo" com que os representantes do povo nos brindam.
Porque é que inventa agora uma chibice à comissão de menores duns pais que devem estar pouco menos que desesperados pela desgraça que lhes bateu à porta? Fica descansado por ser vereador dum espaço que não oferece condições mínimas de segurança e socorro aos menores que o frequentam?
Senhor Vereador, este parque precisa - sempre precisou - de ser vigiado. Repare, não é policiado (pelo menos não mais do que o resto da cidade); é vi-gi-a-do. Porque, basicamente, a ideia de ordem introduz uma aparência de ordem que tende a ser seguida. Balda (falta de manutenção e conservação, pouca ou nenhuma limpeza) gera anarquia. Anarquia gera maus usos, gera destruição, que geram acidentes (não é?) que podem gerar violências. Por onde andam os vigilantes supostamente contratados?

Senhor vereador, este parque precisa de ma-nu-ten-ção. Se tivesse mandado um dos seus assessores há um mês atrás até aqui, saberia que a falta de limpeza da lago permitiu o crescimento de limos e plantas, limos e plantas que prenderam esta criança no fundo (e o próprio polícia que de lá a retirou). Saberia que há zonas deterioradas que podem causar acidentes a quem passa.
E saberia que a profundidade do lago poderia provocar acidentes mortais no caso de um menor que não soubesse nadar tivesse a desdita de dentro dele cair. Saberia que, dada a configuração do caminho que o atravessa - lajes afastadas sem guardas - uma distracção, mesmo de um adulto, pode resultar numa queda à água. E concluiria duas coisas: que a vigilância é a melhor prevenção e que, para além da limpeza imediata, são necessários ajustes ao parque para que melhor seja usufruido.

E agradeceria, reconhecido, aos cidadãos que resolveram usar do seu direito de participação e, em tempo, lhe chamaram a atenção para um problema que os seus serviços, assessores e gabinete não tiveram capacidade para identificar.
Senhora projectista, errar é humano, persistir no erro é burrice. Como muito bem sabe e parece defender, o paisagismo "bom" não é o que condiciona caminhos e usos é o que descobre o seu segredo e o utiliza - a priori ou após alguns meses de experiência - no projecto. Desde sempre este blog, ainda que incondicionalmente a favor da ideia - o parque urbano -, se bateu pela correcção do que achava serem enganos de projecto: a ausência de costas nos bancos e o seu diminuto número, a pouca atractividade que apresenta em termos de permanência dos utentes (topografia desfavorável - uma inevitabilidade? -, ausência de um bar/esplanada), a ausência de iluminação nocturna (reservada a alguns dos percursos de atravessamento), a falta de guardas junto ao lago. Não serão estes factores as principais causas para que este parque não apresente os mesmos niveis de frequência que a Quinta das Conchas apresenta? Não corresponderia um acréscimo de visitantes a um acréscimo de atenção que, entre outras ocorrências, poderia ter evitado ou minimizado um acontecimento como o de ontem? Estaremos à espera de uma outra ocorrência nocturna para entendermos que, com ou sem luz, o parque - como caminho mais curto entre dois pontos - continuará a ser utilizado depois do pôr-do-sol e, como tal, precisa de ser bem iluminado?
Persistirão projectista, SGAL e CML na ideia de que são os utentes que se devem cingir às condicionantes do parque e não a inversa? Quantos mais acidentes e baixos índices de ocupação serão necessários para vos convencer do contrário?
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Pedro Cruz Gomes
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domingo, 4 de novembro de 2007
Afogamento no Parque Oeste
Uma criança afogou-se hoje num dos lagos do Parque Oeste, pelas 15h30. Quando os bombeiros, INEM e polícia chegaram, retiraram-na da água. Esteve largos minutos a ser reanimada, como se vê na fotografia, e foi depois metida numa ambulância. Não percebi se sobreviveu. Talvez amanhã saibamos, pelos jornais. Também não consegui saber o que aconteceu. Umas pessoas diziam que escorregou ao abeirar-se do lago, outros faziam constar que a tinham empurrado.Fez-se um parque urbano muito aprazível ao olhar, com lagos, num contexto urbano de realojamento social. Dirá muita gente que os lagos foram feitos para ser vistos e não usados, que existem até uma placas a proibir mergulhos. Mas não era previsível que os miúdos ali quisessem brincar? A CML substituiu o vigilante, que durante meses cumpriu a sua missão sem mácula, por uma empresa de segurança privada que não põe cá os pés.
Este blog incitou os leitores a enviar emails ao Vereador José Sá Fernandes para que tomasse conhecimento acerca do estado de abandono que se verifica no Parque Oeste. Muitas medidas são necessárias, novos equipamentos que tragam pessoas para o espaço (que aumenta naturalmente a segurança em casos de acidente como o ocorrido hoje e se torna também elemento dissuasor para o vandalismo já registado), uma nova filosofia menos arrogante perante o utente (bancos com encosto, iluminação nocturna), e vigilância real, com pessoal do bairro. Nenhuma resposta aos vários emails enviados por este blog a Sá Fernandes chegou à redacção.
E hoje o Zé fez falta.
Quem ainda tiver esperança naquele que fez das causas dos lisboetas a sua bandeira eleitoral, ou quiser apenas manifestar o seu desagrado, pode enviar novamente um mail...
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Tiago
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Programa de Festas de Novembro, no K'Cidade
Muitas actividades, para todos os gostos, no Centro de Inovação Comunitário do K'Cidade.[recebido por email]
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Tiago
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Das memórias e outros lugares
A vida, às vezes, surpreende-nos com estas coincidências. Há três posts abaixo o Tiago relembrava-nos a esquina da sua rua de infância; do prédio que por lá feneceu até que um (in)oportuno incêndio lhe precipitou a partida; das memórias que deixou.Pois a tal coincidência aconteceu ontem à tarde, na minha esquina, numa das esquinas da zona que o PUAL entendeu incluir na Alta do Lumiar, um incêndio entreteve a tarde dos que passavam ociosos e complicou a vida (pelo corte das vias) aos que queriam passar.




2004, 2005, 2006, 2007... Nem obras de conservação, nem intervenção camarária, apenas uma apagada e vil senilidade imobiliária que hoje se desfez parcialmente em fumo.
Pois... memórias.
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Pedro Cruz Gomes
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Bruxas e Medos
É uma importação americana que veio para ficar e que já entusiasma os portugueses.
O encontro está marcado para hoje, no Centro Social da Musgueira, das 20H00 às 22H00. Há Concurso de Máscaras e uma incrível Casa do Terror para os mais ousados.
Uns perguntarão certamente: o que é que isso tem a ver com Portugal? E, o que é que isto tem a ver com a Alta de Lisboa? Pois, na Alta também há Bruxas! Na Alta também há Medos!
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Ana B.
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terça-feira, 30 de outubro de 2007
Lisboa, 2307
Um exercício inverso ao proposto no post anterior, na evocação de lugares que perdemos para sempre, substituídos por coisas com as quais nos custa criar o mesmo vínculo afectivo, é o que faz este post da barriga de um arquitecto. O que será dos nossos lugares daqui a 300 anos? E o que seria de Lisboa e da ponte sobre o Tejo, se o Homem desaparecesse da face da Terra de repente?
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Tiago
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Uma esquina da minha rua
Há uns dias, enquanto a vasculhava um baú mais ferrugento do Arquivo Fotográfico de Lisboa, encontrei imagens da rua onde vivi os primeiros vinte e cinco anos de vida. Lembro-me da minha rua assim, ainda. Lembro-me de a olhar de cima, desde a varanda de um quarto andar, e ver apenas dois carros estacionados. Nessa altura, no início dos anos 80, pouca gente ainda tinha carro. Esta casa de esquina, com um andar, ainda lá estava. Mas foram morrendo uns velhotes, outros regressaram à terra, a casa ficou vazia, foi-se degradando, até que se tornou refúgio de toxicodependentes. Uma noite, começou a arder.Foi memorável. Gentes em pânico, pessoas dos prédios vizinhos, à janela, de mangueira na mão, imitando o primeiro louco nessa histeria colectiva, procurando conter as chamas sem se dar conta da ineficáfia do método. Outras pessoas, cujas casas não estavam imediatamente em perigo, escondiam com dificuldade a excitação do acontecimento que quebrava a rotina. Entretanto os bombeiros chegaram e o fogo foi rapidamente extinto.
Meses mais tarde a carcaça do edifício foi arrasada e no seu lugar construído um mamarracho horrendo que ainda hoje lá está. Um prédio de cinco andares que reduziu a cinza e memórias aquela esquina de rua para todos os que lá moraram, viveram e passaram antes. Nos afectos de quem conheceu a rua antes, este prédio nada substituiu, antes sendo um corpo estranho e arrogante, um intruso. E ver esta fotografia fez-me sentir um bocadinho mais velho, saudoso, recuando quase trinta anos no tempo, quando os meus pais me iam buscar ao infantário ali perto e no caminho parávamos na mercearia onde escolhia sempre o mesmo chocolate, o das risquinhas, e depois, nesta mesma esquina, onde tinha sido colocado um sinal de trânsito, me divertia a subi-lo, caminhado parede acima.
Um dia, quando o prédio que estreou parte do meu reaccionarismo for abaixo, serão outros os putos a sentir parte de si a morrer, o tempo a passar, o seu bairro a mudar, e farão pequenos balanços de vida.
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Tiago
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Segurança insegura
NOTA ADICIONAL: Como já foi notado nos comentários e como se pode ver nas fotografias, a camada de desgaste de protecção à passadeira ou teve uma aplicação deficiente ou tem deficiente qualidade pois a maior parte do material solto que provocou a derrapagem é proveniente da sua deterioração precoce (veja-se a zona da passadeira já invadida por manchas avermelhadas)
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Pedro Cruz Gomes
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Obras mal acabadas
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Tiago
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Santos e Castro - o que falta II
Em vez de um viaduto que trespassa a cidade a poucos metros das janelas de prédios habitados muito antes da génese do projecto, a Av. Santos e Castro foi pensada em vala, abaixo do nível das zonas residenciais, minimizando o mais possível os efeitos negativos de poluição sonora e visual.
Infelizmente a CML não honrou os compromissos assumidos com os munícipes e com a construtora da via, a SGAL, também sua parceira neste gigantesco projecto da Alta de Lisboa, e é agora a única responsável pela surrealista situação de estarem mais de seis sétimos da via construídos, faltando no entanto pontos de grande complexidade.
Já mostrámos um, o do pilar no Concelho de Loures, mostramos agora os restantes:
Para remover aquele monte de terra ali ao fundo, é preciso comprar o terreno que pertence aos Armazéns Ruela. O acordo foi conseguido há mais de dois anos, mas ficou entretanto esquecido numa gaveta qualquer do Departamento do Património da CML. Não se pagou, não se comprou o terreno, e a obra parou por ali. Há quem diga que o acordo não é vantajoso para a CML, qualquer coisa como 10 milhões de euros. Havia sempre a hipótese de levar a situação a outras instâncias, expropriar-se o terreno e o Tribunal de Contas que encontrasse o preço justo. Mas nem uma nem outra foi feita e o monte de terra ali continua, à espera de ser removido para dar lugar a uma rotunda.
O ponto mais delicado e moroso de resolver é, no entanto, o nó de Calvanas, onde ficará a Porta Sul. Parece que nem a própria CML sabe a quem pertencem os terrenos necessários para a construção de uma gigantesca obra que irá juntar os fluxos da Av. Santos e Castro, do Eixo Central da Alta de Lisboa e da Av. Marechal Craveiro Lopes, mais conhecida por 2ª circular. Esta obra mataria vários coelhos de uma só vez, porque não só resolveria os problemas graves de escoamento para Sul de toda a Alta de Lisboa, como também alguns dos pontos negros da 2ª circular que se concentram naquele local.
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Tiago
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etiquetas: santos e castro
Voam, mas voam baixinho
Que o lambebotismo foi sempre uma imagem de marca das camadas inferiores do poder já era de há muito conhecido no anedotário político nacional. Que esse particular uso da língua foi sempre gravoso para o sentido da vista também foi desde sempre comprovável pela corrente negação da realidade a que essa atitude muitas vezes obrigava.
Felicitar o chefe pela última inauguração ainda é compreensível. Ignorar as cautelas com que o seu ex-número dois e actual presidente da Câmara brindou a inauguração de mais uma auto-estrada no interior da cidade faz parte de quem se preocupa mais em manter o brilho perante a autoridade presente do que em pensar com consciência no futuro.
Mas não será abusar da tolerância dos seus concidadãos considerar que a existência de uma auto-estrada em viaduto sobre uma área urbana consolidada melhora as "condições ambientais da Cidade"? As condições ambientais da cidade??? Ó meu amigo que este ditirambo lhe melhore as suas condições dentro do partido ainda acredito, agora as da cidade? Ou será que o Lumiar e a Alta de Lisboa não fazem parte desta cidade? Ou será que se esqueceu de que, como coordenador da Secção do Ps do Lumiar, Ameixoeira e Charneca, deve alguma consideração aos seus vizinhos?
E porque é que há uma palavra de preocupação para o infrequentado polidesportivo e para o manhoso mercado e nenhuma para os moradores?
PS - Antes que o representante eco´lógico para o Lumiar da coligação CDU se venha pôr em bicos dos pés nos comentários a publicitar a abstenção dos seus pares, publicito-a eu. Mas deixo já uma pergunta: abstenção porquê se defendiam nas últimas eleições intercalares a conclusão urgente deste troço?
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Pedro Cruz Gomes
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etiquetas: eixo norte-sul
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Concurso de fotografia
"Podem concorrer fotografias a preto/branco e a cores subordinadas a dois temas:
1 - Manifestações de "Carinho e Amizade"
[entre homem/mulher (namorados, casais), pais/filhos, irmãos, avós/netos, alun@s/professores, atletas/treinadores, entre outros].
2 - "O Meu Cantinho Especial"
[a casa, a rua, o banco de jardim, a festa, o parque, a mata/quinta das conchas, a igreja, o café, a tasca, o grupo desportivo, a associação, entre outros].
Para este efeito, basta apenas preencher a ficha de inscrição e de caracterização, juntamente com as fotografias para concurso e entregá-las ao K'Cidade, sito na R. Luís Piçarra, N.º 6A ou 12A.
Todas as dúvidas poderão ser esclarecidas através dos seguintes contactos:
Telefone: 217 551 707 (João Queiroz)
Telemóvel: 963 910 793
E-Mail: altadelisboa@kcidade.com
Este concurso, inserido no projecto de recolha de memórias, tem como objectivo fundamental:
1) Contribuir positivamente para equilibrar as representações sociais estereótipadas que são mantidas sobre as populações mais antigas da Alta de Lisboa.
1A) Contribuir para a melhoria das relações sociais, de segurança e comunitárias entre moradores da Alta de Lisboa."
A sessão/exposição para divulgação dos premiados acontecerá dia 19 de DEZEMBRO (hora a definir) no Espaço do K'Cidade.
[press release enviado pelo K'Cidade]
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Tiago
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23:39
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etiquetas: memórias com vida
1ª Corrida Luzia Dias Alto do Lumiar

A Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar vai organizar, dia 18 de Novembro, a primeira Corrida de Atletismo (10Km) na Freguesia do Lumiar em mais de 12 anos. Boa parte do traçado da prova é no Alto do Lumiar e a meta será no Bairro da Cruz Vermelha. Para mais informações consultem o folheto (frente e verso).
Para quem não sabe a Luzia Dias é uma nossa vizinha moradora no Bairro da Cruz Vermelha que é atleta do Sporting Clube de Portugal.
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João Tito Basto
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Av. Santos e Castro - o que falta I
Há anos que se arrasta um imbróglio entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Câmara Municipal de Loures. Para a construção de Av. Santos e Castro é necessário colocar um pilar numa parcela de terreno que pertence ao concelho de Loures. Há anos, garanto. Pelo menos há anos que oiço falar nisto e vejo o viaduto crescer, coxo, sem o tal pilar e o resto da via.
Cabe à UPAL chegar ao acordo, mas como é a SGAL que paga a maior parte da obra da Santos e Castro e como no Estado ninguém é despedido por adiar para amanhã o que podia fazer hoje, os anos passam, deixando crescer este elefante branco.
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Tiago
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10:57
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