
(Imagem retirada do site da SGAL)
quarta-feira, 31 de agosto de 2005
Junta de Freguesia da Alta de Lisboa?
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terça-feira, 30 de agosto de 2005
Condomínio do Parque

Alguém sabe se está tudo a correr bem com o Condomínio do Parque? A entrega dos apartamentos está a decorrer dentro do previsto? Existem já muitos futuros moradores?
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segunda-feira, 29 de agosto de 2005
Reunião pública da JF do Lumiar, hoje, às 21h
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domingo, 28 de agosto de 2005
Jornal Público faz referência à criminalidade na Alta de Lisboa
Os problemas de segurança tão debatidos no blog Condomínio da Torre, aqui, foram alvo de notícia no Público de hoje, no suplemento Local. Sem link, porque é a pagar, deixo aqui apenas a entrada do texto. Se alguém tiver assinatura electrónica do jornal e queira fazer o favor de me enviar o texto, todos ficamos gratos.
Deixo apenas alguns pormenores:
parágrafo 18: "O PÚBLICO tentou obter estes dados [estatísticas da criminalidade na Alta de Lisboa] junto da Direcção Nacional da PSP, na terça-feira. Até ao fecho desta edição não obteve qualquer resposta."
parágrafo 20: "O PÚBLICO tentou ouvir a SGAL, bem como a UPAL - Unidade de Projecto do Alto do Lumiar (departamento da câmara incumbido de planificar o alojamento e os equipamentos do empreendimento), mas, apesar da insistência, ninguém se mostrou disponível para prestar esclarecimentos."
Estas entidades não são abstractas. Trabalham pessoas que recebem mensalmente, algumas pagas pelo Estado, para dar resposta a estes problemas. Fugir às questões, como tem acontecido demasiadas vezes, não lhes fica bem, desprestigia as causas que representam, desacredita o projecto, prejudica as pessoas que nelas confiaram.
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sábado, 27 de agosto de 2005
Debate Autárquicas 2005 - Sintra, na SIC Notícias
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sexta-feira, 26 de agosto de 2005
Ciclovias

Outra vez a Holanda. Apesar da densidade populacional e falta de espaço para expansão urbana, as ciclovias são uma constante em Amesterdão. Quase sempre bem delimitadas, com duas faixas de rodagem, são utilizadas por residentes e turistas. Existem várias lojas para alugar e arranjar bicicletas.

Vê-se todo o tipo de pessoas a andar de bicicleta. Turistas de mochila às costas, casais de idosos a passear, gente a trazer as compras do supermercado, raparigas de vestido e saltos altos a caminho de um jantar, empregados de escritório de fato e gravata com o portátil a tiracolo. O uso é generalizado.

Não há automóveis em cima dos passeios, mas qualquer poste ou gradeamento serve para acorrentar a bicicleta. Junto à Estação Central de comboios existe um enorme parque de bicicletas com três andares.
Não é só na cidade que existe espaço para ciclistas. Fui até uma vila a cerca de 20km de Amesterdão e rolei sempre em ciclovias.
Lisboa tem uma configuração geográfica demasiado acidentada para ter uma rede de ciclovias em toda a sua área, mas no eixo que vai desde a Alta de Lisboa, passando pelo Campo Grande, Avenidas Novas, Marquês do Pombal, Avenida da Liberdade até à Praça do Comércio seria perfeitamente possível andar confortavelmente de bicicleta sem ser um atleta de alta competição. Mas, sem ciclovias, andar de bicicleta em Lisboa é um exercício arriscado. Esta é mais uma infraestrutura que depende apenas da vontade política dos nossos autarcas.
P.S. Aqui fica um estudo da Comissão Europeia para o Ambiente, Cidades para Bicicletas, Cidades de Futuro. Seria bom que alguns autarcas das nossas freguesias o lessem. Mas mesmo que não o façam, esta é uma das propostas que podemos levar avante por meio de abaixo assinados, petições na Assembleia Municipal e de Freguesia. A Alta de Lisboa, por estar ainda em construção, pode ser o início de uma mudança de hábitos e mentalidades nos transportes da cidade.
Outros blogs que falam do assunto: Ambientalistas da Amadora, A-Sul e Massa Crítica.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2005
Clima, pessoas, cidadania
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terça-feira, 16 de agosto de 2005
Amsterdão Norte

Amsterdão depara-se neste momento com a necessidade de expansão, por haver maior procura do que oferta de habitação, e o tema tem sido alvo de aturada reflexão. É sintomático que não seja sequer equacionada sacrificar a enorme área de espaço verde que existe na periferia da cidade para construção de novas urbanizações. Aparentemente uma árvore na Holanda é tão sagrada como uma vaca na Índia.

E quanto mais tempo passa mais me interrogo pelas razões de termos o Portugal que temos, com as zonas históricas das cidade a serem desfiguradas para substituir alguns prémios Valmor por mamarrachos de 10 andares, as zonas novas a serem construídas sem qualquer planeamento, ao sabor dos interesses imobiliários e à velocidade da corrupção dos autarcas. Interrogo-me onde estarão as diferenças entre dois países, se nas leis, se na consciência cívica e estética que passa de geração em geração, se na preparação académica da sua população, ou numa cadeia de valores mais difícil de perceber, fundamentar e formar. Seja como for, a democracia na Holanda funciona em moldes semelhantes aos nossos, há pessoas eleitas para governar, planear e gerir as coisas durante um mandato limitado no tempo, mas as diferenças começam na qualidade dos eleitos e na vigilância constante dos eleitores.
O que faria um autarca português, com os seus vinte anos de carreira política, num país como a Holanda? Que profissão teria, até onde conseguiria chegar?
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sábado, 13 de agosto de 2005
Separação entre zona urbana e vias-rápidas

(Zona Norte de Amesterdão)
A Holanda dá-nos excelentes exemplos de urbanismo bem pensado. O critério é o respeito pela qualidade de vida dos cidadãos. Como ilustra a fotografia, as vias-rápidas estão separadas das zonas urbanas por placas protectoras e ainda uma densa parede de árvores.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2005
Plano de Urbanização do Alto do Lumiar
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sábado, 6 de agosto de 2005
Ora digam lá se isto não é uma utopia tornada realidade!

O 4º lugar num grupo de 12 na época transacta não foi suficiente para continuar a ascenção meteórica de divisão em divisão que o WFC tem tido nas últimas épocas. Mesmo assim, o saldo é excelente!
Mas o interesse desta questão não é desportiva.
O céu está carregado de fumo, o ar, pesado, é difícil de respirar. Portugal repete todos os verões o pesadelo dos incêndios florestais, o pesadelo de uma classe política incompetente, irresponsável e infantil na sua própria desresponsabilização. Pouco foi pensado ou precavido. Os discursos de pesar e promessas de medidas urgentes são repetidos segundo a minuta utilizada no ano anterior. As populações juram votar na oposição na próxima oportunidade, num protesto de buzinão, irado, sem propor soluções, sem consciência do logro do voto de reacção.
A escolha política é meramente clubística, sem critérios objectivos além dos afectivos. A devoção partidária é quase sempre herdada dos pais. Se existe vontade de contrariar os pais, o voto passa para o partido oposto, mas raramente é verdadeiramente pensado. Daí a crescente pobreza do discurso político, o ridículo a que os cartazes eleitorais chegaram, o vazio das propostas, as mentiras usadas sem qualquer pudor. As nomeações políticas desavergonhadas só possíveis pela inércia dos eleitores.
Daí também a estúpida necessidade de rotular as pessoas de serem de esquerda ou direita para simplificar a análise do discurso. Há dias vi a Alberta Marques Fernandes, no início de uma entrevista de 15 minutos, a perguntar ao José Sá Fernandes em que quadrante político se inseria. No início da entrevista, sem falar sequer das propostas da sua candidatura. Qual é a relevância? É como ajuizar a qualidade de um quadro ou sinfonia sabendo de antemão a autoria da obra, pelo argumento de autoridade, sem avaliar realmente a obra em si.
É mais fácil avaliar a competência de um treinador de futebol que de um autarca. A diferença de golos marcados e sofridos é mais do que objectiva. Seria um bom exercício de férias para todos nós pensarmos no que queremos realmente quando votamos para as autárquicas, as legislativas, europeias ou presidenciais. Para que o voto não seja meramente afectivo, como ser do Benfica ou do Sporting.
O nosso sistema político funciona realmente? Mesmo que seja o pior a seguir a todos os outros, é suficiente? Não é já tempo de pensarmos que a acção parte de nós? Que os senhores que são eleitos para o Estado têm responsabilidades perante nós? Quanto tempo mais vamos pactuar de forma estupidificante (ora o silêncio e alheamento, ora a revolta fácil do buzinão) com a corrupção, a incompetência e a vigarice da nossa actual classe política?
Uma solução como a do WFC pode não ser fácil de aplicar, pode até ter demasiados defeitos para ser benéfica, mas lá que dá vontade, dá!
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quinta-feira, 4 de agosto de 2005
União Desportiva da Alta de Lisboa

Os sócios do CDC ficaram tristes com o desaparecimento do seu clube, fundado há mais de 70 anos, ate porque o CDC é bem maior que o SCT, mas conseguiram que as cores da camisola do UDAL se mantivessem azul e grená. Faz lembrar o Barcelona FC, e em Portugal só o Desportivo de Chaves as usa também!
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etiquetas: clubes desportivos
quarta-feira, 3 de agosto de 2005
A política pensada e planeada, ou mais uma forçazinha para um aeroporto faraónico com virtudes difíceis de entender
P.S. E seguindo a proposta do José Pacheco Pereira,
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Construção do Eixo Norte-Sul


Está em fase adiantada de construção o túnel que liga o nó da Ameixoeira ao nó da Avenida Krus Abecassis. A dimensão impressionante desta estrutura de betão armado dificilmente se percebe nas fotografias. Alguém me sabe dizer se vão cobrir de terra o túnel depois de terminado, continuando a colina de São Gonçalo?
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terça-feira, 2 de agosto de 2005
Jardins de S. Bartolomeu - efeito estufa
Na qualidade de promitente comprador de uma fracção no empreendimento Jardins de S. Bartolomeu, venho por este meio solicitar o seguinte esclarecimento.
Tenho-me vindo a aperceber com crescente preocupação que o período de exposição solar a que estão sujeitas as fachadas do empreendimento em referência é elevado o que, apesar das reconhecidas vantagens que se lhe reconhece, possui igualmente alguns efeitos menos positivos.
Como é do Vosso conhecimento, as fracções dos Jardins de S. Bartolomeu possuem uma ampla superfície vidrada, sobretudo na fachada virada a sul, a qual substitui na totalidade a parede.
Como é de imaginar, esta não é uma solução que me pareça agradar à SGAL em particular nem tampouco aos condóminos de uma forma geral, uma vez que não só é ilegal como desvirtua as fachadas do edifício, elemento estético que, a par de outros, terá tido o seu peso na decisão das famílias de investir nos Jardins de S. Bartolomeu.
Assim sendo, gostaria que me esclarecessem sobre a possibilidade actual de implementação da infra-estrutura necessária à instalação de ar condicionado nas fracções, designadamente a instalação de todo o circuito de refrigeração.
Não sendo possível a implementação da referida infra-estrutura, gostaria que me informassem sobre que outras soluções poderiam ser tidas em conta para minorar o impacto referido, nomeadamente qual a viabilidade de alterar as fachadas por forma a possibilitar a colocação das unidades externas de refrigeração sem dano estético, e qual a disponibilidade da SGAL para colaborar nessa solução com os futuros moradores.
Certo que o presente pedido de esclarecimento será alvo da Vossa maior atenção, endereço os melhores cumprimentos,
Sérgio Sá
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segunda-feira, 1 de agosto de 2005
domingo, 31 de julho de 2005
Recreativo Águias da Musgueira

O Recreativo Águias da Musgueira é uma das principais agremiações desportivas da Alta de Lisboa. A sua nova sede, no Condomínio da Torre, tem no 1º andar uma vasta colecção de troféus conquistados ao longo de mais de 40 anos de existência (fundação em 1 de Maio de 1963).
Actualmente estão em funcionamento as secções de boxe, luta greco-romana, atletismo e ginástica de manutenção, mas é o futebol que ocupa a maior fatia de atletas do clube. Com equipas desde os benjamins, com 12 anos, até aos séniores, a disputar a 1ª divisão da distrital de Lisboa, o Águias da Musgueira enquadra nas suas equipas antigos moradores da Musgueira e conta já também com novos habitantes da Alta de Lisboa.
O presidente do clube é o António Quadros, um homem de mil ofícios e muitas histórias para contar. Viveu na Musgueira antiga, antes do projecto da Alta de Lisboa lhe tomar lugar, foi pugilista, depois treinador, deu e dá grande ajuda ao boxe Cruz Vermelha, passou também dez anos como presidente do Clube Desportivo da Charneca, foi vogal da Junta de Freguesia do Lumiar.
Com o novo complexo desportivo o Águias terá as condições que nunca teve para desempenhar um papel importante nas camadas jovens do bairro. Segundo António Quadros, o clube está receptivo a propostas de eventuais interessados para novas modalidades.
Condições de sócio:
Cartão de sócio e jóia: 7,5€ (levar fotografia para o cartão)
Cota mensal: 1,5€
Participação gratuita em todas as actividades do Recreativo, mensalidade simbólica nas escolinhas de futebol, entrada gratuita nos jogos do Águias realizados no Complexo Desportivo da Alta de Lisboa.
Morada: Rua Tomás del Negro 6B
Telefone: 21 7530470
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sexta-feira, 29 de julho de 2005
Preocupantes atrasos nas escrituras da Colina de S. Gonçalo
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quarta-feira, 27 de julho de 2005
Complexo desportivo cada vez maior!

Está a ser finalizado o campo de treinos do nosso complexo desportivo. Será essencial para a equipa do Recreativo Águias da Musgueira realizar uma boa época!
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segunda-feira, 25 de julho de 2005
Parque Oeste avança depressa

Vê-se ao centro a construção de uma pérgola que será coberta com plantas trepadeiras.

Uma alameda onde os álamos são substituídos por palmeiras é uma palmareda?

O primeiro nível do espelho de água do Parque Oeste. A passagem da água para os restantes níveis será feita através de pequenas cascatas.

A primeira cascata é junto ao caminho pedonal que atravessa a Alta de Lisboa.
A primeira fase de construção do Parque Oeste acaba neste ponto, onde começa o grande lago. Futuramente será construída a faixa do Parque que servirá de barreira natural entre a Alta de Lisboa e o Eixo Norte-Sul. Prevê-se que finalizem as obras do parque e o abram ao público em Setembro.
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sexta-feira, 22 de julho de 2005
Não temos os abrigos mas temos os Mupis!
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Abrigos das paragens de autocarro
Contudo, informamos que a área em causa, integrada na chamada "Alta de Lisboa", não tem ainda os arruamentos finais, decorrendo ainda situações de obras que poderão alterar a circulação e localização de paragens dos autocarros.
Sempre ao vosso dispor, apresentamos os melhores cumprimentos.
O Provedor do Cliente
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quarta-feira, 20 de julho de 2005
Árvores nos passeios
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terça-feira, 19 de julho de 2005
Árvores
Carlos Severo - Arquitecto (in Público: O que faria para melhorar Lisboa?/19 Julho 2005)
Obrigado Aníbal!
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segunda-feira, 18 de julho de 2005
Outras perspectivas
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domingo, 17 de julho de 2005
Pressão imobiliária

(Edifícios Dolce Farniente, junto ao Parque das Conchas)
A questão já foi trazida há tempos pelo Pedro, mas resolvi lembrá-la de novo. Na parte Sul da Alta de Lisboa a densidade de construção é enorme. Não é este o ideal de cidade que devemos procurar, ruas estreitas para edifícios altíssimos.
Uma regra usada no planeamento urbanístico consiste em estabelecer como altura máxima de um edifício a largura da rua. Ou seja, uma pessoa, do outro lado da rua, para ver céu, não terá que inclinar a cabeça mais que 45º.
Não sei se esta regra vigora como lei em Portugal, se está contemplada no PDM de Lisboa, e se o que se passa no local apresentado na foto é normal.
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sexta-feira, 15 de julho de 2005
Complexo Desportivo


Está praticamente concluído o primeiro de dois campos de futebol do complexo desportivo da Alta de Lisboa. Dotado de uma bancada e equipado com relva sintética, este campo será utilizado já na próxima época oficial, de 2005/2006, pelas equipas de infantis, iniciados, juvenis, juniores e seniores de futebol do Recreativo Águias da Musgueira.
Este conjunto de infraestruturas englobará ainda mais um campo de futebol, um pavilhão polivalente para prática de futsal, basquetebol, hóquei em patins, andebol, voleibol e ginástica, uma zona de piscinas com três tanques, um deles com medidas oficiais e outros dois dedicados à aprendizagem. Servirá também de sede às Federações Portuguesas de Ginástica e de Esgrima.
Quando finalmente me tornar morador da Alta de Lisboa, este será o meu 2º complexo desportivo. O primeiro adquiri-o no Liceu. Jogava futebol de forma patética.
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quinta-feira, 14 de julho de 2005
Estendais

Apesar da imagem fazer parecer o contrário, a maior parte dos edifícios da Alta de Lisboa não está preparada com estendais para secar roupa. Alegadamente existe uma lei que proíbe a existência de estendais. Os arquitectos, por opção estética e encorajados pela lei, acabam por não encontrar qualquer solução no exterior do prédio para uma necessidade que se espera básica. Também dentro de casa, sobretudo em apartamentos com áreas mais reduzidas, torna-se difícil, pouco prático e eficaz estender roupa.
A solução proposta por construtores e arquitectos das casas é a compra de uma máquina de secar roupa. Mas isto levanta outras questões:
- Num país como Portugal, onde a energia é cara e o nível de vida baixo, faz sentido não aproveitar um recurso natural como o Sol?
- Concordando com a preocupação estética, não seria possível encontrar uma solução de compromisso?
- A fotografia mostra o bloco de habitação social do Condomínio da Torre. Será razoável pedir a algumas pessoas que têm como rendimento mensal cerca de 400€ a compra de uma máquina que custa quase tanto? E o aumento da factura de electricidade seria comportável?
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terça-feira, 12 de julho de 2005
Percurso para o Mercado das Galinheiras
Nesta vista aérea temos a amarelo o percurso para o Mercado das Galinheiras, desde a Rotunda Cardeal D. António Ribeiro, passando pela Avenida 7, junto ao condomínio Colina de S. Gonçalo, indo para Norte, junto ao antigo campo de futebol das Águias da Musgueira. O mercado está assinalado a vermelho. Funciona aos Domingos, desde as oito da manhã até pouco depois do almoço. Um mercado essencial para muitos dos moradores da Alta de Lisboa, com excelentes produtos hortícolas, vendidos pelos produtores.
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