Introdução de Miguel Graça, assessor dos Cidadãos por Lisboa:
Introdução do Manuel Salgado, Vereador do Urbanismo da CML, eleito pelo PS:

ASSUNTO: PEDIDO DE INFORMAÇÃO DO GRUPO / ASSOCIAÇÃO “VIVER NA ALTA DE LISBOA – BI CÍVICO” : ALTO DO LUMIAR – QUE FUTURO
Plano de Urbanização do Alto do Lumiar (PUAL), foi aprovado pela Assembleia Municipal em 18 de Julho de 1996 e ratificado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 126/98, publicada no Diário da Republica, 1ª série - B, n.º 248, de 27 de Outubro.
Na origem deste Projecto estiveram, em primeira linha, preocupações ligadas à dignificação das condições de vida dos lisboetas integrados nos chamados «bairros de barracas», pelo que a CML mobilizou todos os recursos disponíveis para lançar um programa de grande envergadura com vista à recuperação das áreas degradadas da Cidade.
O Município considerou que uma correcta gestão do seu património fundiário poderia ser a mola efectiva para uma congregação de capacidades de iniciativa privada que fosse orientada para o cumprimento da função social que é essencial nas finalidades associadas aos poderes públicos.
Este projecto assenta em três instrumentos fundamentais:
− A existência de um Plano de Urbanização
− Modelo económico-financeiro vertido num contrato
− Contrato-quadro para «Aquisição de fogos de realojamento do programa PER».
O PUAL não fixa um número máximo de habitações, no entanto, no Relatório do Plano aponta para 4000 habitações de realojamento e 14700 habitações de venda livre. A máxima superfície de pavimento preconizada no PUAL é de 2 500 000 m2, sendo 2 000 000 m2 para habitação e 500 000 m2 para comércio e serviços.
Uma preocupação permanente na gestão de uma área de cidade desta dimensão, em que se promove uma tão intensa transformação, é o de procurar minimizar os impactos negativos das obras na qualidade de vida e segurança dos cidadãos de forma contínua, diária, sem perda de capacidade de realização dessas mesmas obras.
Introdução do Manuel Salgado, Vereador do Urbanismo da CML, eleito pelo PS:

ASSUNTO: PEDIDO DE INFORMAÇÃO DO GRUPO / ASSOCIAÇÃO “VIVER NA ALTA DE LISBOA – BI CÍVICO” : ALTO DO LUMIAR – QUE FUTURO
Plano de Urbanização do Alto do Lumiar (PUAL), foi aprovado pela Assembleia Municipal em 18 de Julho de 1996 e ratificado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 126/98, publicada no Diário da Republica, 1ª série - B, n.º 248, de 27 de Outubro.
Na origem deste Projecto estiveram, em primeira linha, preocupações ligadas à dignificação das condições de vida dos lisboetas integrados nos chamados «bairros de barracas», pelo que a CML mobilizou todos os recursos disponíveis para lançar um programa de grande envergadura com vista à recuperação das áreas degradadas da Cidade.
O Município considerou que uma correcta gestão do seu património fundiário poderia ser a mola efectiva para uma congregação de capacidades de iniciativa privada que fosse orientada para o cumprimento da função social que é essencial nas finalidades associadas aos poderes públicos.
Este projecto assenta em três instrumentos fundamentais:
− A existência de um Plano de Urbanização
− Modelo económico-financeiro vertido num contrato
− Contrato-quadro para «Aquisição de fogos de realojamento do programa PER».
O PUAL não fixa um número máximo de habitações, no entanto, no Relatório do Plano aponta para 4000 habitações de realojamento e 14700 habitações de venda livre. A máxima superfície de pavimento preconizada no PUAL é de 2 500 000 m2, sendo 2 000 000 m2 para habitação e 500 000 m2 para comércio e serviços.
Uma preocupação permanente na gestão de uma área de cidade desta dimensão, em que se promove uma tão intensa transformação, é o de procurar minimizar os impactos negativos das obras na qualidade de vida e segurança dos cidadãos de forma contínua, diária, sem perda de capacidade de realização dessas mesmas obras.
"Uma preocupação permanente na gestão de uma área de cidade desta dimensão, em que se promove uma tão intensa transformação, é o de procurar minimizar os impactos negativos das obras na qualidade de vida e segurança dos cidadãos de forma contínua, diária, sem perda de capacidade de realização dessas mesmas obras."
ResponderEliminarEstranho que seja a CML a dizer isto, sendo responsável por tantos atrasos neste projecto. E sendo que quem mais é prejudicado com estes atrasos são os próprios cidadãos, cuja qualidade de vida e segurança diz a CML querer salvaguardar.
"Sem perda de capacidade de realização dessas mesmas obras"? Porta Sul, Av. Santos e Castro, Centro Social da Musgueira, Condomínio LX, Malha 6, eixo pedonal, Estádio Municipal Moniz Pereira... Tudo obras cujos atrasos são em grande parte responsabilidade da CML.
E nem a SGAL se salva desta preguiça. Porque está tão lenta, mas tão lenta a obra do Eixo Central há tantos meses?