terça-feira, 23 de outubro de 2007

Av. Santos e Castro - o que falta I


Há anos que se arrasta um imbróglio entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Câmara Municipal de Loures. Para a construção de Av. Santos e Castro é necessário colocar um pilar numa parcela de terreno que pertence ao concelho de Loures. Há anos, garanto. Pelo menos há anos que oiço falar nisto e vejo o viaduto crescer, coxo, sem o tal pilar e o resto da via.

Cabe à UPAL chegar ao acordo, mas como é a SGAL que paga a maior parte da obra da Santos e Castro e como no Estado ninguém é despedido por adiar para amanhã o que podia fazer hoje, os anos passam, deixando crescer este elefante branco.

3 comentários:

  1. O processo "Santos e Castro" é um avergonha. Basta ir ao terreno ou até ver no Google Earth que faltam concluir 3 ponto:
    - Viaduto da foto (só está pronto o viaduto da faixa contrária).
    - 300 metros na zona dos Armazéns Ruela.
    - Nó com a 2ª Circular.

    Já estou numa fase em que admitia como viável abrir a estrada tal como está, fazendo apenas as seguintes e básicas modificações:
    - Utilização do viaduto existente para ambos os sentidos.
    - Construir um desvio provisórios junto aos armazéns Ruela com 2 faixas de rodágem (1+1) limitando a velocidade a 60 km/h.
    - Construir uma ligação provisório à 2ª circular através de uma rotunda onde actualmente termina a actual Santos e Castro (junto aos semáforos).

    Penso que esta improvisação não iria impedir a conclusão decente da obra no futuro que esperemos muito próximo.

    ResponderEliminar
  2. Quer dizer, para tiorarem dez metros em largura à Quinta das Conchas para «dar» a um colégio privado, é um vê-se-te-avias, para acabar uma obra pública isto arrasta-se. Como é, meus senhores, querem poleiro e reformas (públicas) ? Resolvam problemas ou, qualquer dia, os movimentos cívicos concorrem e ganham as eleições porque querem ver as coisas feitas - não palavreados e campanhas.

    ResponderEliminar
  3. os movimentos cívicos já concorrem, caro anónimo, e vão entrando, e fazendo coisas. Venham mais movimentos, que as coisas a fazer são muitas!

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.