Creio que o problema é da dimensão do esgoto público. Este problema também afecta os pisos de estacionamento da CSG. Disso darei conta noutro post. É argila, sem dúvida, palavra de geólogo! A fonte desta argila reside nas camadas sedimentares que constituem o monte de S. Gonçalo. Esta argila é pouco resistente à erosão e quando chove é facilmente arrastada dos pontos mais altos. Ontem era curioso observar o padrão dos sedimentos desenhado no chão pelo efeito da chuva abundante.
Se as cotas disponíveis tiverem motivado pendentes pequenas não terá sido possível aumentar o diâmetro das condutas dado que esse aumento iria implicar a diminuição da força de arrastamento dos esgotos. Por outro lado, condutas com pequenas pendentes são mais fáceis de assorear o que, face à situação que mencionaste, Pedro, do escorrimento das argilas para as ruas, deve ser o que acontece quando as chuvadas aumentam de intensidade. Quero crer que é mais um caso de condicionantes prévias do que um mau dimensionamento do sistema. E as condicionantes são um legado do planeamento urbanístico.
Ou então é um problema conjuntural que se resolverá rapidamente...
Isso acontecer em zonas antigas ainda se compreende, mas aqui? Pffff...
ResponderEliminarPS: De certeza que isso é argila, Pedro? eheh
ResponderEliminarCreio que o problema é da dimensão do esgoto público. Este problema também afecta os pisos de estacionamento da CSG. Disso darei conta noutro post.
ResponderEliminarÉ argila, sem dúvida, palavra de geólogo! A fonte desta argila reside nas camadas sedimentares que constituem o monte de S. Gonçalo. Esta argila é pouco resistente à erosão e quando chove é facilmente arrastada dos pontos mais altos. Ontem era curioso observar o padrão dos sedimentos desenhado no chão pelo efeito da chuva abundante.
Se as cotas disponíveis tiverem motivado pendentes pequenas não terá sido possível aumentar o diâmetro das condutas dado que esse aumento iria implicar a diminuição da força de arrastamento dos esgotos. Por outro lado, condutas com pequenas pendentes são mais fáceis de assorear o que, face à situação que mencionaste, Pedro, do escorrimento das argilas para as ruas, deve ser o que acontece quando as chuvadas aumentam de intensidade.
ResponderEliminarQuero crer que é mais um caso de condicionantes prévias do que um mau dimensionamento do sistema.
E as condicionantes são um legado do planeamento urbanístico.
Ou então é um problema conjuntural que se resolverá rapidamente...